Milho bate recorde, algodão avança e mandioca coloca MS entre maiores do país
A agricultura de Mato Grosso do Sul teve resultados distintos entre as principais culturas em 2025.
Enquanto o milho alcançou a maior produção da série histórica, o algodão avançou em volume produzido e a mandioca colocou o Estado na quarta posição nacional, a produção de feijão voltou a cair e registrou o terceiro recuo consecutivo.
Os números fazem parte da PAM (Pesquisa Agrícola Municipal) 2025, divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (17).
No conjunto, a produção de grãos sul-mato-grossense cresceu 43,6% e ajudou a elevar o valor da produção agrícola estadual para R$ 47,8 bilhões, contra R$ 35,7 bilhões em 2024.
O principal destaque entre as culturas que não a soja e a cana é o milho.
Mato Grosso do Sul produziu 13,93 milhões de toneladas em 2025, crescimento de 76,8% em relação às 7,88 milhões de toneladas registradas em 2024.
O resultado representa um recorde desde o início da série histórica, em 1979.
A expansão da produção ocorreu mesmo com um aumento mais moderado da área.
A área plantada cresceu 2,39%, enquanto a área colhida aumentou 3,35%.
O milho ocupa 29,8% da área total destinada à colheita em Mato Grosso do Sul, ficando atrás apenas da soja, que representa 55,9%.
Com a produção de 2025, o Estado manteve a quarta posição entre os maiores produtores de milho do país.
Mato Grosso liderou o ranking nacional, com 54,29 milhões de toneladas, seguido por Paraná, com 20,41 milhões, e Goiás, com 15,94 milhões.
Minas Gerais aparece na quinta posição, com 7,13 milhões de toneladas.
A força do milho também aparece nos municípios.
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