terça-feira, 18 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Crise no varejo une juros altos e concorrência externa, diz Sérgio Vale Apex: Justiça bloqueia bens de Cinelli por transferências a contas pessoais Com anos de atraso, CVM vai julgar principal processo envolvendo o Master Ações da Braskem caem com pedido de recuperação nos EUA e rebaixamento Empresa da Braskem no México pede recuperação judicial nos EUA Bolsa sobe após 10 pregões, com dólar a R$ 5,20 e fluxo externo no radar Petróleo a US$ 90 e produção industrial nos EUA movem o mercado hoje Lucro da Xiaomi cai 42,6% e atinge US$ 923 milhões no 2º trimestre Bolsas mundiais recuam com petróleo acima de US$ 90 e temor por inflação Mega-Sena: quanto R$ 45 milhões rendem todo mês na poupança e no Tesouro Crise no varejo une juros altos e concorrência externa, diz Sérgio Vale Apex: Justiça bloqueia bens de Cinelli por transferências a contas pessoais Com anos de atraso, CVM vai julgar principal processo envolvendo o Master Ações da Braskem caem com pedido de recuperação nos EUA e rebaixamento Empresa da Braskem no México pede recuperação judicial nos EUA Bolsa sobe após 10 pregões, com dólar a R$ 5,20 e fluxo externo no radar Petróleo a US$ 90 e produção industrial nos EUA movem o mercado hoje Lucro da Xiaomi cai 42,6% e atinge US$ 923 milhões no 2º trimestre Bolsas mundiais recuam com petróleo acima de US$ 90 e temor por inflação Mega-Sena: quanto R$ 45 milhões rendem todo mês na poupança e no Tesouro
Últimas

Gêmeas siamesas que morreram tiveram parada cardíaca após serem separadas

UOL Notícias ·
Gêmeas siamesas que morreram tiveram parada cardíaca após serem separadas

As gêmeas siamesas Heloísa e Helena, de dois anos e sete meses, morreram após sofrerem paradas cardíacas quando já estavam separadas, durante a quinta e última cirurgia do tratamento.

As circunstâncias das mortes foram detalhadas hoje pela equipe responsável pela cirurgia, chefiada pelo médico Jayme Farina Jr. Mais de 50 profissionais de diferentes áreas participaram do processo de separação.

Uma das meninas ficou com a pressão arterial muito baixa, enquanto a outra apresentou pressão muito alta durante a cirurgia. A equipe decidiu acelerar a separação diante do desequilíbrio. Os médicos esperavam que, sem a circulação compartilhada, fosse possível estabilizar e tratar individualmente cada uma das crianças.

As duas, no entanto, pioraram quando o cirurgião informou que os corpos estavam separados e já não havia circulação em comum. A menina que estava com pressão alta passou a apresentar pressão baixa, enquanto a pressão da irmã caiu ainda mais.

Os médicos não conseguiram reverter a piora. A equipe afirmou que não conseguiu compreender completamente a intensidade da comunicação entre os organismos das duas crianças.

Helena sofreu uma parada cardíaca às 23h12 do último sábado (15). Os médicos realizaram manobras de reanimação durante 25 minutos, mas ela não respondeu. A morte foi declarada às 23h37.

Heloísa teve uma parada cardíaca 14 minutos depois da irmã, às 23h26. Ela também não respondeu aos 25 minutos de tentativas de reanimação e teve a morte declarada às 23h51.

Medicamentos e transfusões administrados em uma das meninas também produziam efeitos na outra. Em um dos exemplos citados pela equipe, uma transfusão feita em uma irmã elevava os níveis de hemoglobina da outra.

Esse tipo de comunicação também havia sido observado nos casos anteriores, mas de maneira menos intensa. Segundo os médicos, Heloísa e Helena apresentaram um comportamento diferente durante a última cirurgia, apesar de o procedimento ter sido planejado com base na experiência acumulada pela equipe.

A menor capacidade de reagir às alterações provocadas pela cirurgia pode ter contribuído para o desfecho. Um dos médicos comparou essa capacidade à resistência física de uma pessoa diante de um esforço e afirmou que as meninas tinham pouca "reserva" para enfrentar adversidades.

Heloísa e Helena eram mais frágeis que as gêmeas siamesas atendidas anteriormente pelo hospital. Elas tinham episódios frequentes de pneumonia e precisavam de traqueostomia para respirar e de gastrostomia para se alimentar.

Permanecer unidas também representava riscos para a sobrevivência e a qualidade de vida das irmãs. Segundo os médicos, as crianças permaneceriam acamadas e não conseguiriam desenvolver musculatura para ficar em pé.

A família queria que as meninas fossem separadas. Após as mortes, o pai agradeceu o empenho da equipe e disse aos médicos saber que tudo havia sido tentado.

A separação foi planejada durante mais de um ano e ocorreu na quinta cirurgia do processo. Nas primeiras etapas, os médicos desligaram gradualmente os vasos sanguíneos que ligavam os cérebros, em parcelas de aproximadamente 25%.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›