Empresas de tecnologia: governança de IA é chave para evitar desativação de agentes
A governança de inteligência artificial nas empresas exige mais do que políticas bem-intencionadas: ela precisa de estrutura, responsabilidades definidas e controles ativos.
É o que defende o professor de inteligência artificial (IA) na Fundação Dom Cabral e na XP Educação João Pedro Brasileiro , que reuniu sete boas práticas para empresas que já utilizam a tecnologia.
A urgência do tema tem respaldo em números.
Uma previsão da Gartner , divulgada em maio de 2026, aponta que 40% das empresas vão reduzir a autonomia ou desativar agentes autônomos de IA até 2027 por causa de lacunas de governança identificadas somente após incidentes em produção.
Para Brasileiro, agir antes que os problemas apareçam é o caminho mais eficiente.
“Governança, no mundo da inteligência artificial, é o que garante escala e velocidade dos projetos”, afirma.
Leia mais: CTS Group abre escritório em SP e instala fábrica de data centers no Brasil A seguir, as sete práticas recomendadas pelo especialista.
Práticas de governança de IA 1.
Mapear o uso e oferecer ferramentas homologadas.
O ponto de partida é identificar quais ferramentas já estão em circulação na empresa e criar um ambiente seguro para que os colaboradores relatem suas experiências sem risco de punição.
A partir desse levantamento, a organização avalia o que homologar e oferece alternativas oficiais às equipes.
“Não dar ferramenta à área de negócio é garantir que haverá shadow AI “, diz Brasileiro.
2.
Criar uma esteira de capacitação e cultura.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em itforum.com.br — o conteúdo pertence a IT Forum.