Homem acusado de perseguir ex-esposa guardava crânios em porão nos EUA
Benjamin Larson, de 47 anos, é acusado de perseguir uma ex-companheira por 13 anos nos Estados Unidos, onde policiais encontraram crânios e possíveis restos humanos em sua casa. O New York Post atribui as informações a documentos judiciais e à polícia do Condado de Fond du Lac, em Wisconsin.
A mulher afirmou que Larson passou a persegui-la em junho de 2013, após ela permitir que ele fizesse um molde de seu corpo. Os dois se encontraram poucas vezes durante dois meses, antes de ela encerrar o relacionamento após uma ligação em que ele afirmou estar em crise suicida.
Ela se mudou para o Canadá sem informar o endereço, mas continuou a receber e-mails e cartas enviadas por Larson à mãe dela. Em uma mensagem de 2015, ele escreveu que tinha tatuado as iniciais dela para que ela "nunca pudesse ir embora".
Policiais revistaram a casa rural de Larson em 14 de agosto e encontraram restos esqueléticos em um caixão de vidro e um crânio humano exposto. Antropólogos locais examinam os itens para confirmar se são restos humanos autênticos; investigadores avaliam que muitos podem datar de períodos antigos de povos indígenas.
O porão também tinha um quarto trancado com uma boneca sexual de silicone e um quadro de uma mulher nua semelhante à denunciante. Na casa, havia cinco crânios humanos, parte de outro crânio, uma mandíbula humana, anotações sobre a mulher e objetos ligados a assassinos em série.
Larson pode receber pena de até 42 meses de prisão se for condenado por perseguição. Ele tem audiência marcada para 11 de setembro.
Em caso de crise emocional, o Centro de Valorização da Vida (CVV) atende pelo telefone 188, 24 horas por dia, e pelo site cvv.org.br.
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