Bancos de Cruzeiro x Flamengo marcam duelo entre nomes sub-21 e selecionáveis de R$ 400 milhões
João Costa e Zé Lucas jogaram uma partida de Libertadores pela primeira vez na carreira O empate entre Cruzeiro e Flamengo, abrindo as oitavas de final da Libertadores, chamou atenção pela diferença entre as opções nos bancos de reservas do Mineirão.
De um lado, a aposta em jovens com idade sub-21; do outro, peças que custaram mais de R$ 400 milhões. + 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Os dois clubes estão entre os maiores investidores do futebol brasileiro, junto com o Palmeiras.
Mas, no duelo de ida da Libertadores, Artur Jorge teve um banco com opções limitadas, no comparativo com o Flamengo.
Muito disso em função de ausências importantes.
Gabriel Pec (contratado por R$ 60 milhões) e Luís Sinisterra ficaram fora por lesão, enquanto Romero e Fagner cumpriram suspensão.
Mais notícias do Cruzeiro Vaias a Jardim, notas falsas e bronca com a arbitragem: veja bastidores de Cruzeiro x Flamengo O treinador cruzeirense fez três das cinco substituições possíveis, colocando em campo o volante Zé Lucas (18 anos) e os atacantes João Costa (21 anos) e Kaique Kenji (20 anos).
Os dois primeiros fizeram a estreia em Libertadores na carreira.
Tanto Zé, quanto João, foram contratações do Cruzeiro na janela de transferências do meio do ano.
O volante custou R$ 25 milhões – e interessava ao Flamengo –, enquanto o atacante chegou emprestado por um ano.
Kenji é cria da base cruzeirense e está inserido no profissional da equipe desde o ano passado. + ✅ Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Leonardo Jardim também teve ausências importantes para a partida.
Ficaram fora Alex Sandro, Vitão, Cebolinha e Luiz Araújo, mas o banco ainda estava estrelado.
Zé Lucas e João Costa estrearam na Libertadores ge tv O treinador fez quatro substituições no segundo tempo, colocando em campo jogadores selecionáveis: Guillermo Varella, Carrascal, Lucas Paquetá e Pedro.
Os três primeiros estiveram na Copa do Mundo deste ano, enquanto o centroavante representou o Brasil em 2022.
Além do currículo, os valores envolvidos em negociações evidenciam a diferença de patamar da carreira dos jogadores que saíram dos bancos.
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