O segundo turno e o lugar do Brasil no mundo
Uma eleição em aberto O tema de hoje, poucos dias depois do primeiro turno, é o significado econômico e geopolítico do segundo turno.
Quais são as implicações, para a economia e para as relações internacionais do Brasil, do embate que teremos em 25 de outubro? Vou dar mais peso ao aspecto geopolítico, porque me parece o mais grave.
É o que mais ameaça o Brasil neste segundo turno: o efeito que a eleição terá, dependendo de quem for eleito, sobre a posição internacional do país num momento muito especial da situação mundial.
O primeiro turno foi apertado, 47% a 45%.
É uma margem relativamente pequena, e a virada é perfeitamente possível.
Não está nada garantido que Flávio Bolsonaro já esteja eleito.
Vai depender muito do que acontecer entre o primeiro e o segundo turnos, como sempre, mas sobretudo neste caso, em que a disputa foi tão apertada.
Não vou falar aqui como neutro.
Sou eleitor do Lula e vou votar nele de novo no segundo turno.
Acho um absurdo ficar neutro.
Como diz a famosa frase atribuída a Dante Alighieri, o pior lugar do inferno está reservado àqueles que permanecem neutros em tempos de crise.
É o caso.
Vivemos uma crise sem precedentes, com ameaças sem precedentes ao país.
Mesmo que eu achasse o Lula um desastre, o que não acho, escolheria o desastre menor.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.