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Além de tecnologia, UTI deve focar em privacidade e conforto

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Além de tecnologia, UTI deve focar em privacidade e conforto

A imagem da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) como um ambiente marcado apenas por equipamentos, procedimentos e isolamento vem dando lugar a uma nova concepção de cuidado.

Privacidade, iluminação natural, redução de ruídos e atenção às necessidades individuais passaram a dividir espaço com a tecnologia no tratamento de pacientes críticos.

É dentro dessa proposta que foram estruturados os 32 novos leitos de UTI do Hospital Anchieta Ceilândia .

A ampliação aumentou a capacidade de atendimento da unidade e incorporou mudanças à própria organização do ambiente destinado aos pacientes de alta complexidade.

As acomodações são individuais e possuem banheiros privativos, iluminação natural, controle de ruídos e monitorização contínua.

A estrutura busca conciliar recursos de alta complexidade com condições que ofereçam mais privacidade e conforto durante a internação.

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1 de 4 Nova UTI do hospital Anchieta Ceilândia Divulgação 2 de 4 Nova UTI do hospital Anchieta Ceilândia Divulgação 3 de 4 Nova UTI do hospital Anchieta Ceilândia Divulgação 4 de 4 Nova UTI do hospital Anchieta Ceilândia Divulgação Ambiente também faz parte do cuidado Para o coordenador das UTIs do Hospital Anchieta Ceilândia, Belchior Santana, a evolução da medicina intensiva passa pela integração entre estrutura, tecnologia e atuação de diferentes profissionais.

Hoje, entendemos que a recuperação do paciente depende de um conjunto de fatores.

A tecnologia é fundamental, mas também fazem diferença um ambiente mais silencioso, acomodações individuais, iluminação natural e a atuação integrada de diferentes profissionais.

Tudo isso contribui para uma assistência mais segura e eficiente.

Belchior Santana, coordenador das UTIs do Hospital Anchieta Ceilândia Dr.

Belchior Santana, coordenador das UTIs do Anchieta Ceilândia A proposta acompanha uma mudança na própria forma de enxergar o cuidado intensivo.

Além de tratar a condição clínica, a assistência passa a considerar as necessidades individuais do paciente durante um período de maior vulnerabilidade .

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

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