Copasa: PC abre inquérito para investigar possível sabotagem em tubulações
Belo Horizonte A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou, nesta quinta-feira (17/9), que instaurou inquérito para apurar a denúncia de possível sabotagem após a Copasa registrar quatro rompimentos de grandes tubulaçõe s de água em Belo Horizonte e na Região Metropolitana, em agosto e setembro.
Na última segunda-feira (14/9), a Copasa levou a suspeita ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) após levantamentos iniciais feitos pela própria empresa sobre os incidentes envolvendo as tubulações e danos ao sistema usado para reduzir o mau cheiro na Lagoa da Pampulha.
Na ocasião, a companhia informou que entregaria ao Ministério Público as informações já reunidas.
O material seria analisado pelo órgão, que poderia abrir uma investigação criminal.
A Polícia Civil apenas informou que “repassará as demais informações após o avanço dos trabalhos investigativos” .
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O rompimento provocou um grande vazamento, alagou ruas e fez com que a água invadisse imóveis.
O segundo foi registrado em 5 de setembro, na Praça Guimarães Rosa, no bairro Cidade Nova, na Região Nordeste da capital.
Dois dias depois, em 7 de setembro, outra tubulação se rompeu no bairro Milionários, na Região do Barreir o .
O quarto caso ocorreu às margens da BR-040, no bairro Kennedy, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Danos na Lagoa da Pampulha Além dos rompimentos, a Copasa identificou problemas no sistema instalado para reduzir o mau cheiro na Lagoa da Pampulha .
Cabos foram furtados e outras peças do equipamento foram danificadas.
O sistema fica próximo ao Aeroporto da Pampulha.
Os danos foram encontrados durante uma vistoria técnica realizada em 8 de setembro.
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