Fundo imobiliário ou renda fixa? Compare rendimentos após a Selic cair para 14%
O Banco Central reduziu a Selic mais uma vez na semana passada, a 14% ao ano, impactando a rentabilidade de diversos investimentos que acompanham a taxa básica de juros.
No entanto, a depender da classe de ativo escolhida e do prazo, o regime tributário pode mudar completamente o retorno final que chega ao bolso do investidor.
Um dos exemplos é a comparação entre a renda fixa atrelada ao CDI e os fundos imobiliários que investem em títulos do setor, os fundos de papel.
Como os dividendos dos FIIs são isentos de IR, o retorno médio pode ser maior que o da renda fixa, especialmente em prazos mais curtos.
Segundo cálculos da Rio Bravo Investimentos, os FIIs de papel distribuem atualmente um dividend yield (retorno apenas dos dividendos) médio líquido de 12,1% ao ano , porcentual superior aos 11,90% líquidos de uma aplicação que acompanha a Selic, ou seja, já descontado o imposto de renda de 15%.
Os FIIs, portanto, apresentam vantagem para quem prefere obter rendimento mês a mês, já que a renda fixa ganharia nos prazos maiores que um ano, já que a incidência de IR diminui com o tempo.
Os fundos de papel lideraram os ganhos em julho e devem continuar se destacando nos próximos meses graças à Selic em níveis elevados e à maior previsibilidade de rendimento, diz a gestora.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.