Como é o Edifício JK por dentro? Saiba como funciona a visita gratuita
Belo Horizonte — Como é um dos maiores edifícios residenciais do país por dentro? Pela primeira vez, o Conjunto JK, projetado por Oscar Niemeyer , em Belo Horizonte, e que voltou aos holofotes com as histórias da síndica que ficou mais de 40 anos no poder, abre as portas para uma visita guiada que revela detalhes da arquitetura, da história e até de espaços fechados por décadas , além de planos originais que previam uma boate, uma cozinha e até um museu.
As visitas acontecem desta quinta-feira (27/8) a domingo (30/8), sempre às 16h30, como parte da programação do Circuito Urbano de Arte (CURA) .
O passeio é gratuito , e as senhas são distribuídas por ordem de chegada, 30 minutos antes de cada sessão.
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O passeio é conduzido pelo Viva JK, projeto que reúne moradores e parceiros em ações de valorização e preservação do conjunto.
Durante o percurso, o público passa pelos espaços de convivência e pelos famosos vãos livres e descobre como várias das ideias previstas para o complexo mudaram ao longo de uma construção.
Museu, boate e restaurante O espaço entre o bloco e o mezanino era para ser o Museu de Arte Moderna.
Só que, quando o prédio foi inaugurado, nos anos 70, foi colocada ali uma Secretaria de Segurança Pública.
Então, o museu caiu e o espaço ficou ligado à segurança pública.
“Até hoje, está sob o poder da Polícia Civil.
A gente tem planos de tentar fazer um intercâmbio de espaços”, revelou Pedro Henrique Almeida de Morais, arquiteto e urbanista, mestre e doutor pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que integra o Viva JK.
O museu não foi a única ideia que mudou de rumo.
Outro grande espaço do conjunto foi projetado para concentrar opções de lazer e convivência, com uma cozinha industrial no centro, além de boate, bar e restaurante.
“Originalmente, era para ter uma cozinha industrial [onde hoje fica o salão do hall de entrada], uma boate, um bar e um restaurante do outro lado.
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