O que a Globo está escondendo de você é algo muito sério…
O caso envolve Karina Ferreira, da produtora GoUp (há quem chame de “gópi”), a produtora que estava fazendo o Dark Horse — aquele filme sobre Bolsonaro produzido com artistas de Hollywood, filmado no Brasil, mas vendido como se fosse dos States, e que teria recebido mais de R$ 60 milhões de financiamento de Daniel Vorcaro, dono do Master.
O dinheiro do projeto passou pela GoUp rumo aos Estados Unidos, numa operação em que Eduardo Bolsonaro deu um jeito ao lado do deputado federal Mario Frias, ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro.
Mas se você tem se lembrado pouco desse caso, há uma razão: agora só se fala no Lulinha.
Quatro matérias contra um contrato que nunca existiu O Globo desta quarta dedica nada menos que quatro matérias ao filho do presidente Lula.
Uma delas “descobriu” que Roberta Luchsinger tinha uma casa alugada em Brasília, pagou aluguéis adiantados — e que, segundo o próprio dono do imóvel, a casa está sendo bem cuidada.
E o escândalo? Ela não tem ido à casa.
Outra matéria trata de um contrato de canabidiol que poderia ter beneficiado Lulinha.
Detalhe: o contrato não foi assinado.
Nunca existiu.
Ou seja: o jornal mobiliza sua redação para investigar um negócio que não aconteceu, enquanto um contrato real, assinado e pago segue fora do radar.
O contrato que existe — e que ninguém investiga Porque a mesma Karina Ferreira, dona da produtora do filme de Bolsonaro, tem um contrato de R$ 108 milhões de wi-fi com a prefeitura de Ricardo Nunes em São Paulo.
Contrato assinado, pago — e não executado em sua plenitude.
A imprensa bateu na porta da casa da Roberta para saber por que ela não frequenta o imóvel.
Mas alguém foi bater na porta da Karina? Ninguém.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.