Cachorra morre após deixar Pró-Pet; hospital de Mogi das Cruzes é alvo de reclamações de tutores
Hospital Veterinário Municipal Pró-Pet tem fachada e placa de trânsito indicando que funciona 24 horas Maiara Barbosa/TV Diário Anunciado pela Prefeitura de Mogi das Cruzes com atendimento de urgência e emergência 24 horas, o Hospital Veterinário Municipal Pró-Pet é alvo de reclamações de tutores pouco mais de duas semanas após começar a funcionar.
Entre os relatos recebidos pela TV Diário, estão dificuldade para conseguir atendimento, falta de retorno para agendamento e questionamentos sobre o serviço de internação.
Em um dos casos, uma cachorra morreu nos braços da tutora pouco depois de deixar a unidade. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Em entrevista ao Diário TV 1ª edição nesta sexta-feira (28), a coordenadora do Núcleo de Bem-Estar Animal (Nubea), Margareth Cunha, afirmou que o hospital funciona com atendimento presencial de porta aberta das 7h às 22h.
Entre 22h e 7h, segundo ela, tutores que precisarem de atendimento devem ligar para o telefone 153, que faz a regulação do caso junto ao hospital.
A explicação difere da forma como o serviço foi divulgado inicialmente pela própria Prefeitura.
Quando anunciou o início das atividades, em 11 de agosto, a administração municipal informou que “a unidade contará com atendimento de urgência e emergência durante 24 horas por dia”.
A fachada também identifica o equipamento como Hospital Veterinário Municipal Pró-Pet 24 Horas.
Além do funcionamento durante a madrugada, tutores procuraram a TV Diário para relatar problemas relacionados ao agendamento e à internação.
A coordenadora afirmou que a Prefeitura analisou os casos apresentados pela reportagem e reconheceu dificuldades no sistema de agendamento, mas contestou parte dos relatos.
Cachorra morre após deixar hospital Kerolyn Souza contou que levou a cachorra ao hospital por volta das 21h30 de 15 de agosto.
Segundo a tutora, inicialmente ela foi informada de que o animal não seria atendido.
Kerolyn afirma que, na sequência, a equipe decidiu atender a cachorra.
Segundo ela, o animal recebeu medicação para aliviar a dor e soro e, depois, foi liberado.
Ao chegar à esquina do hospital, pouco depois de deixar a unidade, a cachorra morreu nos braços da tutora.
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