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Seul acelera para recuperar controle operacional de suas Forças Armadas

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Seul acelera para recuperar controle operacional de suas Forças Armadas

Seul acelera para recuperar controle operacional de suas Forças Armadas - Presidente sul-coreano renova objetivo após EUA reduzirem exercícios militares conjuntos e Trump exaltar sua relação com líder da Coreia do Norte. Washington controla parte da defesa sul-coreana desde a Guerra da Coreia.O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, renovou nesta terça-feira (18/08) sua intenção de recuperar o controle operacional das Forças Armadas de seu país em tempos de guerra das mãos dos Estados Unidos, após uma decisão de seu homólogo americano, Donald Trump, de reduzir substancialmente os tradicionais exercícios conjuntos entre as duas nações aliadas.

No último domingo, Trump instruiu o Pentágono a "reduzir substancialmente" os exercícios militares conjuntos programados para semana com a Coreia do Sul, dizendo que a Coreia do Norte, armada com armas nucleares, "tem sido inofensiva e respeitosa" e que ele tem um "relacionamento muito bom com [o líder norte-coreano] Kim Jong-un".

Ele afirmou que Kim havia respondido à sua ordem ao Pentágono, mas não forneceu detalhes. Quando questionado sobre o estágio das conversas com Kim, Trump disse que "está muito positivo", mas não deu mais detalhes.

Trump reiterou seus elogios a Kim, dizendo que seus laços reduziram as tensões. "Vejam, na verdade estou tornando tudo muito mais seguro. Kim Jong-un sempre me tratou com muito respeito", disse ele. "Eu o entendo. Ele me entende."

Nesta terça, Lee instou que o país deve prosseguir sem interrupções com a transferência do Controle Operacional em Tempo de Guerra (Opcon), prevista para ocorrer durante seu mandato.

O Opcon, o mecanismo exerce o controle das forças sul-coreanas caso os combates sejam retomados, é dirigido pelos EUA através do chefe do Comando de Forças Combinadas dos Aliados, um cargo que sempre foi ocupado por um general americano de quatro estrelas.

"Uma aliança forte fortalece a base da segurança, e o fortalecimento de nossas próprias capacidades aumenta nosso valor e necessidade como aliado", disse Lee em uma reunião de gabinete. O líder sul-coreano também pediu avanços mais rápidos no programa de submarinos nucleares do país e na formação de oficiais aptos a conduzir operações integradas para futuros conflitos.

Os exercícios reuniriam cerca de 18 mil soldados sul-coreanos, juntamente com forças americanas e pessoal de 11 dos 18 estados-membros do Comando das Nações Unidas (UNC), o órgão multinacional que supervisiona o armistício de 1953 que interrompeu as hostilidades da Guerra da Coreia.

De fato, a questão remonta ao armistício, selado em 1953 ao invés de um tratado de paz formal, o que significa que as Coreias no Norte e do Sul permanecem tecnicamente em guerra.

Desde o armistício, tropas americanas permanecem estacionadas na Coreia do Sul. O país possui ainda a maior base militar americana fora dos EUA, o Campo Humphreys.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

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