PetroReconcavo (RECV3) fecha acordo com Petrobras e poupa US$ 60 milhões; entenda
PetroRecôncavo (RECV3).
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A PetroReconcavo ( RECV3) encontrou na infraestrutura da Petrobras uma alternativa para ampliar a previsibilidade de suas operações sem precisar construir, neste momento, uma nova unidade.
As companhias fecharam um acordo de longo prazo para o processamento de gás natural na Bahia , com garantia de capacidade contratada entre 2028 e 2037.
A parceria envolve a extensão dos contratos de acesso à Unidade de Tratamento de Gás Natural de Catu, a UTG Catu, localizada no município de Pojuca.
A instalação pertence à Petrobras, que atua como processadora do gás produzido pela PetroReconcavo no estado.
Foram assinados o quinto aditivo ao Contrato de Processamento Firme de Gás Natural e o segundo aditivo ao Contrato de Compra e Venda de Gás Natural para Uso como Gás Combustível.
A PetroReconcavo também aderiu às novas Normas Gerais de Acesso à UTG Catu e ao acordo entre os usuários do pool de processamento.
Acordo garante processamento de gás natural na Bahia até 2037 Os instrumentos estabelecem novas condições comerciais e operacionais para o acesso da PetroReconcavo à UTG Catu.
O principal ponto é a garantia de capacidade de processamento durante dez anos, entre 2028 e 2037.
Segundo a companhia, o novo prazo representa “um importante avanço para a estratégia de monetização do gás natural produzido na Bahia, com maior previsibilidade operacional e competitividade ao longo da próxima década”.
Para a PetroReconcavo, o acordo mantém o acesso a uma estrutura já existente e reduz a necessidade imediata de ampliar sua infraestrutura própria.
A Petrobras, por sua vez, permanecerá como responsável pelo processamento do gás na unidade durante o período contratado.
O comunicado, porém, não informa os volumes assegurados, as tarifas negociadas nem os valores financeiros dos contratos.
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