Jiraiya das bombas: quem é o líder de esquema ilegal de anabolizantes
Conhecido no submundo das academias como “Jiraiya”, Roberto Carlos Pereira de Carvalho (foto em destaque) é apontado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) como um dos maiores traficantes de anabolizantes e medicamentos proibidos do país.
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1 de 5 Conhecido no submundo das academias como “Jiraiya”, Roberto Carlos Pereira de Carvalho Material obtido pelo Metrópoles 2 de 5 Apontado pela PCDF como um dos maiores traficantes de anabolizantes e medicamentos proibidos do país.
Material obtido pelo Metrópoles 3 de 5 Segundo as investigações, o esquema movimentava cerca de R$ 500 mil líquidos por mês Material obtido pelo Metrópoles 4 de 5 Apontado pelos investigadores como o “mafioso das bombas”, Jiraiya evitava permanecer por muito tempo no mesmo endereço Reprodução 5 de 5 A Justiça expediu 43 mandados de prisão (preventivas e temporárias) e 64 mandados de busca e apreensão Material obtido pelo Metrópoles Sem colocar a mão na massa, o criminoso comandava uma estrutura milionária de produção e distribuição clandestina.
Segundo as investigações, o esquema movimentava cerca de R$ 500 mil líquidos por mês e mantinha laboratórios espalhados por São Paulo, Paraíba, Distrito Federal, Foz do Iguaçu (PR) e Paraguai.
Apontado pelos investigadores como o “mafioso das bombas”, Jiraiya evitava permanecer por muito tempo no mesmo endereço.
P ara dificultar o trabalho da polícia, ele alugava mansões de alto padrão em diferentes estados e usava os imóveis para instalar laboratórios clandestinos.
A fabricação dos produtos ficava a cargo de funcionários contratados por ele.
A logística também era terceirizada, com distribuição feita por motoboys e serviços de delivery.
Dessa forma, Jiraiya mantinha distância da produção e da entrega dos anabolizantes.
A ostentação fazia parte da rotina.
Segundo a PCDF, o investigado frequentava hotéis de luxo no Chile e mantinha um bunker em Ciudad del Este, no Paraguai, usado como parte da estrutura do esquema.
Além da produção e distribuição, as investigações apontam que Jiraiya utilizava o laboratório New Science para patrocinar nutricionistas e atletas, que prescreviam e divulgavam os produtos comercializados pelo grupo.
A Justiça chegou a determinar o bloqueio de até R$ 5 milhões ligados ao investigado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.