"A gente nunca aprovou tantos benefícios na história do INSS", diz ministro da Previdência
A fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pode chegar a zero já no próximo mês, segundo o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz.
Em entrevista exclusiva ao A TARDE, ele afirma que o órgão vive um momento de recorde na concessão de benefícios e atribui o resultado a mutirões, novos peritos, teleperícia e outras medidas adotadas pelo governo.Wolney também rebate as críticas de que o aumento das negativas estaria apenas deslocando o problema para a Justiça.
“A gente está analisando melhor, mais rapidamente, concedendo benefício a quem tem direito e negando benefício a quem não tem”, afirma.
Para ele, o crescimento da judicialização é alimentado por pedidos feitos sem direito ao benefício e pela atuação de escritórios de advocacia que criam falsas expectativas nos segurados.Durante a conversa, o ministro também fez um balanço do ressarcimento dos descontos indevidos de aposentados e pensionistas no escândalo do INSS e garantiu que todos os prejudicados que aderiram ao processo receberam os valores de volta.
“Todo mundo recebeu 100%”, afirmou.
Confira a entrevista completaA fila do INSS caiu de cerca de 3 milhões de pedidos em janeiro para 1,55 milhão em julho, uma redução de 74%.
O que explica, objetivamente, uma queda tão expressiva em apenas sete meses?Eu quero atualizar esses números.
A fila caiu de janeiro para cá em 83%.
Ela é, hoje, de 317 mil pessoas.
Aí você pergunta, mas não é um milhão e tanto? Não.
Porque, veja, nós temos que entender que entram pedidos novos no INSS a cada mês.
No mês passado foram 1 milhão e 435 mil pedidos novos.
Esses pedidos que estão entrando, a gente não pode dizer que é fila.
Fila é o que está represado acima de 45 dias.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.