terça-feira, 18 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
É preciso parar os maus robôs YouTube vai contar views igual ao TikTok e Instagram: o que muda? Nokia fechará quase todas suas instalações na China continental até o final do ano, diz SCMP Por que colocar um saco plástico na vassoura antes de varrer? GoldenEye 007: jogo clássico do Nintendo 64 é 100% decompilado após 30 anos IA cria novos empregos em mais da metade das empresas britânicas, diz estudo Xiaomi vê alívio nas pressões de custo de smartphones; aposta em veículos elétricos para crescer CEO da Nvidia diz que data center da OpenAI pode gerar US$ 600 bilhões em receita OpenAI contrata novo centro de dados nos EUA com respaldo da Nvidia Via Láctea engoliu uma galáxia menor há cerca de 11,8 bilhões de anos É preciso parar os maus robôs YouTube vai contar views igual ao TikTok e Instagram: o que muda? Nokia fechará quase todas suas instalações na China continental até o final do ano, diz SCMP Por que colocar um saco plástico na vassoura antes de varrer? GoldenEye 007: jogo clássico do Nintendo 64 é 100% decompilado após 30 anos IA cria novos empregos em mais da metade das empresas britânicas, diz estudo Xiaomi vê alívio nas pressões de custo de smartphones; aposta em veículos elétricos para crescer CEO da Nvidia diz que data center da OpenAI pode gerar US$ 600 bilhões em receita OpenAI contrata novo centro de dados nos EUA com respaldo da Nvidia Via Láctea engoliu uma galáxia menor há cerca de 11,8 bilhões de anos
Ciência

Como cientistas criaram clones fêmeas usando sangue de ratos machos

Galileu ·
Como cientistas criaram clones fêmeas usando sangue de ratos machos

Cientistas no Japão conseguiram, pela primeira vez, transformar embriões de camundongos machos em fêmeas ao eliminar o cromossomo Y de suas células.

Em outro experimento, a mesma estratégia permitiu produzir clones fêmeas a partir de células de camundongos machos, inclusive de material que havia sido congelado.

A técnica, baseada na ferramenta de edição genética CRISPR, foi desenvolvida por uma equipe liderada por Takashi Ishiuchi, da Universidade de Yamanashi, e Shogo Matoba, do Centro de Pesquisa de BioRecursos RIKEN, ambos no Japão.

Os resultados foram descritos em um artigo pré-publicado na plataforma bioRxiv, que ainda não foi revisado por cientistas independentes.

Se comprovada, a técnica pode ter implicações importantes para a conservação de espécies que chegaram a situações extremas, nas quais restaram apenas um macho ou poucos indivíduos.

Isso porque a clonagem convencional de um macho tende a produzir apenas descendentes machos, o que não resolve o problema de uma população que precisa de fêmeas para voltar a se reproduzir.

Retirada do cromossomo Y Nos mamíferos, o sexo biológico é determinado, em geral, pelos cromossomos sexuais.

As fêmeas têm dois cromossomos X, formando a combinação XX, enquanto os machos normalmente possuem um X e um Y, formando XY.

O cromossomo Y contém informações fundamentais para o desenvolvimento das características sexuais masculinas.

A equipe japonesa criou uma ferramenta baseada em CRISPR, chamada Y-CUT, para eliminar esse cromossomo das células masculinas.

A ferramenta funciona como uma espécie de sistema de edição capaz de cortar uma região específica do DNA.

Nesse caso, o alvo está em uma parte do cromossomo Y importante para que ele seja corretamente distribuído quando uma célula se divide, aponta a revista MIT Technology Review.

Nos primeiros testes, os pesquisadores aplicaram o Y-CUT a embriões de camundongos machos.

Depois da eliminação do Y, os embriões passaram a ter apenas um cromossomo X, uma condição chamada XO.

Ler a notícia completa no Galileu ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistagalileu.globo.com — o conteúdo pertence a Galileu.

Mais de Galileu

Ver tudo ›

Mais em Ciência

Ver tudo ›