Bancários paralisam atendimento em agências da Baixada Santista; entenda
Bancários da Baixada Santista aprovaram por unanimidade a paralisação durante assembleia realizada pelo sindicato em Santos.
Divulgação Os bancários da Baixada Santista aderiram à paralisação nacional e interromperam as atividades nas agências da região nesta quinta-feira (20), das 10h às 16h.
A ação, válida por 24 horas, é uma resposta à proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que foi rejeitada pela categoria na oitava rodada de negociações da Campanha Salarial de 2026.
Os trabalhadores reivindicam reajuste de 5% acima da inflação nos salários e benefícios, além da manutenção dos direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e do atual modelo de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp.
A categoria também defende a preservação dos empregos e dos bancos públicos, o fim das metas e mudanças nas regras relacionadas ao uso de tecnologia e ao monitoramento de trabalhadores em regime de teletrabalho.
Após a decisão pela greve, a Fenaban retirou propostas que já haviam sido recusadas.
A entidade não apresentou um índice geral de reajuste salarial.
Em vez disso, propôs correções diferentes conforme as faixas salariais, o congelamento do piso de ingresso para novos bancários e a ausência de reajuste nos vales-refeição e alimentação no interior e no litoral.
Agora no g1 O Sindicato dos Bancários de Santos e Região avalia que os direitos da categoria ficam ameaçados caso uma nova convenção não seja assinada até a data-base, em 1º de setembro.
São mais de 100 garantias previstas na CCT atual.
A entidade afirma que, devido à Reforma Trabalhista de 2017, as regras do acordo anterior perdem a validade se um novo documento não for formalizado.
Decisão pela paralisação A adesão ao movimento foi aprovada por todos os presentes em uma assembleia realizada na última segunda-feira (17) pelo sindicato regional.
Em âmbito nacional, a proposta da Fenaban foi rejeitada por 97% dos trabalhadores, enquanto 90% aprovaram as paralisações.
Na Baixada Santista, a greve ocorre em um cenário de redução da presença física das instituições financeiras.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.