quinta-feira, 15 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› FAPESP e Estônia articulam parcerias em ciência e inovação› Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara seleciona professor titular› CEFAVELA apresenta balanço dos dois primeiros anos de atuação› Ecologia teórica e a física da vida: ampliando a escala da biodiversidade em um mundo em transformação› Marcadores no sangue podem prever eficácia de imunoterapia contra melanoma avançado› Senado aprova aumento do teto e perdão de dívidas para MEIs› Dólar fecha em alta de 1,17%, a R$ 5,087; Bolsa cai com eleição no radar› Aço chinês pode prolongar crise das siderúrgicas, alerta BTG› UBS eleva Petz/Cobasi para compra, aumenta preço-alvo e vê dividendos› Redução da jornada abre condições para um país mais moderno› FAPESP e Estônia articulam parcerias em ciência e inovação› Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara seleciona professor titular› CEFAVELA apresenta balanço dos dois primeiros anos de atuação› Ecologia teórica e a física da vida: ampliando a escala da biodiversidade em um mundo em transformação› Marcadores no sangue podem prever eficácia de imunoterapia contra melanoma avançado› Senado aprova aumento do teto e perdão de dívidas para MEIs› Dólar fecha em alta de 1,17%, a R$ 5,087; Bolsa cai com eleição no radar› Aço chinês pode prolongar crise das siderúrgicas, alerta BTG› UBS eleva Petz/Cobasi para compra, aumenta preço-alvo e vê dividendos› Redução da jornada abre condições para um país mais moderno
Política

Esquerda volta às ruas na Colômbia e desafia governo de extrema direita com greve nacional

Revista Fórum ·
Esquerda volta às ruas na Colômbia e desafia governo de extrema direita com greve nacional

A esquerda colombiana voltou a ocupar as ruas em peso nesta quarta-feira (14) contra o governo de Abelardo de la Espriella.

Os atos reuniram milhares de pessoas em Bogotá e outras cidades, deram novo fôlego à oposição e já abriram a discussão sobre uma greve nacional em novembro.

A mobilização aconteceu mesmo depois de o governo endurecer, por decreto, as regras para a atuação policial em protestos.

Em Bogotá, a marcha durou mais de cinco horas e atravessou chuva e granizo sem registrar grandes incidentes.

O tamanho dos atos chamou atenção porque a esquerda vinha de uma derrota apertada na eleição presidencial, por cerca de 250 mil votos .

Desde então, a capacidade de mobilização do campo progressista era uma incógnita.

As manifestações reuniram professores, estudantes, servidores públicos, aposentados, indígenas, sindicalistas e movimentos feministas.

Parte dos participantes também protestou contra a política externa do governo.

Bandeiras da Palestina e críticas ao alinhamento de De la Espriella com Washington e Israel apareceram ao longo do percurso.

Cartazes com a frase “A Colômbia não é o quintal de ninguém” resumiram o tom de rejeição à influência dos Estados Unidos.

O senador Iván Cepeda, apontado como um dos principais nomes da oposição, participou da marcha e foi recebido com gritos de “presidente”.

Gustavo Petro também apareceu na Praça de Bolívar, mas deixou o local durante uma forte chuva de granizo sem discursar.

Sem liderança única, senadores, sindicalistas e representantes de movimentos sociais se alternaram nos discursos durante as manifestações, enquanto Cepeda definiu a palavra de ordem do dia como “todos contra De la Espriella” .

Lideranças sociais discutem agora a possibilidade de convocar uma greve nacional em 14 de novembro .

Ler a notícia completa no Revista Fórum ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.

Mais de Revista Fórum

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›