Dois são indiciados por homicídio em João Pinheiro; corpo de vítima ainda não foi encontrado
Eduardo Adelino foi retirado de casa em agosto (Imagens: Jeferson Sputnik) Dois homens, de 31 e 35 anos, foram indiciados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver no caso do desaparecimento de Eduardo Adelino, de 28 anos, em João Pinheiro, no Noroeste de Minas.
Apesar da conclusão da investigação, o corpo do homem ainda não foi encontrado, e as buscas continuam.
A Polícia Civil concluiu o inquérito e encaminhou o caso ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, que vai analisar se apresenta denúncia contra os investigados. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, a investigação reuniu imagens de câmeras de segurança, depoimentos, informações de celulares e exames periciais.
No carro de Eduardo, os investigadores encontraram uma impressão digital de um dos suspeitos e vestígios de sangue.
A perícia também apontou sinais de que alguém tentou encobrir essas marcas.
Os dois homens foram presos durante as investigações.
O primeiro foi localizado em João Pinheiro, em 24 de agosto.
O segundo foi encontrado em uma área rural de Dom Bosco, no dia 4 de setembro.
Mesmo com o encerramento do inquérito, a localização do corpo segue desconhecida.
A Polícia Civil informou que as buscas seguem como prioridade e pediu a colaboração da população, que pode enviar informações de forma anônima pelo Disque Denúncia, no telefone 181.
Entenda o caso Eduardo Adelino desapareceu no dia 9 de agosto de 2026, depois de ser retirado de casa, no bairro Mangabeiras, em João Pinheiro.
Naquele dia, a Polícia Militar foi chamada para verificar uma ocorrência de violência e disparos de arma de fogo em uma residência.
No imóvel, os militares encontraram sinais de que os móveis haviam sido revirados e vestígios semelhantes a sangue.
Testemunhas relataram que Eduardo teria sido retirado da casa e colocado em um veículo, que deixou o local.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.