JOTA Principal | Senado deve aprovar PEC do fim da escala 6×1, e PT usa tema para impulsionar campanha
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Quer receber as próximas edições e acompanhar os principais temas do momento? Cadastre-se gratuitamente! A PEC do fim da escala 6×1 está na pauta de hoje do plenário do Senado — e o cenário mais provável é de aprovação, Marianna Holanda e Maria Eduarda Portela escrevem no JOTA .
Enquanto a campanha petista usa a provável vitória para impulsionar sua ofensiva nas ruas e nas redes — em busca do que seria uma virada inédita no segundo turno —, posts de apoiadores de Lula fazem troça que ao menos um voto ele já virou: o de Flávio Bolsonaro, que ontem (13), após visitar o pai, mudou o discurso e disse que será favorável à PEC.
Em maio, quando o texto foi aprovado na Câmara, o senador havia dito que “todo mundo é a favor que se trabalhe menos e se ganhe mais”.
“Só que, infelizmente, essa não é a realidade que está nesse projeto de lei apresentado pelo governo em ano eleitoral, com uma grande carga de hipocrisia e interesse nas eleições”, continuou.
“Ele tenta vender uma solução fácil para a população que não vai resolver, vai gerar desemprego em massa, vai gerar aumento do custo de vida e vai prejudicar mais os trabalhadores do que ajudar, ao contrário do que muita gente pensa”, completou.
O cavalo de pau se justifica pelo apoio em massa que a proposta tem entre os eleitores — e pelo consequente medo de perder votos.
A mobilização do PT nas redes, aliás, esteve no centro de decisões do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Nunes Marques, que suspendeu um canal de WhatsApp com 4 milhões de inscritos e depois fez exigências para restabelecê-lo.
As decisões do ministro têm provocado críticas de colegas, que apontam uma postura favorável ao candidato do PL, Flávia Maia informa na nota 2.
Ainda no campo do sprint final petista, Lula anunciou ontem (13) um projeto de lei para perdoar dívidas de MEIs com a União, o que poderá beneficiar cerca de 3,6 milhões de microempreendedores, com débitos que somam R$ 12,6 bilhões, Fábio Pupo escreve na nota 4.
Há um porém: o Pix só cai na conta no ano que vem — e só se Lula se reeleger.
Paula Bonelli colaborou nesta edição.
Boa leitura.
O PONTO CENTRAL 1.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.jota.info — o conteúdo pertence a JOTA.