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Walkman de volta: aparelho que marcou gerações ganha nova versão que custa R$30 mil

Tenho Mais Discos Que Amigos ·
Walkman de volta: aparelho que marcou gerações ganha nova versão que custa R$30 mil

Crédito: divulgação Para quem cresceu nos anos 1990, ouvir música em um Walkman era uma experiência completa que incluía escolher uma fita cassete e levar a própria trilha sonora para qualquer lugar, podendo até rebobinar a música favorita com uma caneta.

Décadas depois, o aparelho que transformou a maneira como as pessoas consumiam música continua vivo, mas em versão bem diferente daquela que marcou a memória de tantos jovens.

Em 2026, como você pode ver na publicação ao final da matéria, ainda é possível comprar um Walkman novo da Sony.

A diferença é que, em vez de reproduzir fitas cassete, o modelo mais recente aposta em tecnologias digitais e custa US$5.899,99 (aproximadamente R$30 mil)! Apresentado pela Sony como um “legado icônico revivido”, o WM1ZM3 representa uma evolução tecnológica do reprodutor de música portátil lançado pela empresa há quase cinco décadas.

Segundo a marca, o aparelho foi “meticulosamente aprimorado sob todos os aspectos” para oferecer uma experiência sonora de alta qualidade.

Ao contrário dos modelos que fizeram sucesso nas décadas de 1980 e 1990, no entanto, o dispositivo não reproduz fitas cassete.

O equipamento atual conta com tela sensível ao toque em alta definição (HD), conexão Wi-Fi, Bluetooth e recursos para reprodução de música digital e via streaming.

A proposta é atender a um público disposto a investir em uma experiência sonora premium, combinando recursos modernos com a tradição de uma linha de produtos que se tornou referência na história da música portátil.

Se antes o walkman era um símbolo de liberdade musical que podia ser adquirido por um valor relativamente acessível, o modelo mais recente da Sony ocupa uma categoria de luxo.

Pagaria? Da fita cassete ao streaming: Walkman aposta na nostalgia de uma geração Lançado em 1979 no Japão, o primeiro Walkman da Sony popularizou uma ideia que hoje parece corriqueira: ouvir música em movimento, sem depender de um aparelho de som fixo.

Na época, o dispositivo reproduzia fitas cassete e permitia que as pessoas levassem suas músicas favoritas para caminhadas, viagens e trajetos cotidianos.

Segundo o site The Verge (via Loudwire ), o modelo original chegou ao mercado japonês por um preço equivalente a R$754.

Desde então, a maneira de ouvir música passou por transformações profundas, das fitas cassete aos CDs, dos arquivos digitais aos serviços de streaming.

Para quem viveu a adolescência ou a infância nos anos 1990, porém, a experiência de usar um walkman permanece associada a lembranças que vão além da tecnologia, como gravar canções do rádio, compartilhar gravações com amigos ou esperar pela faixa preferida faziam parte de um ritual que exigia tempo e envolvimento.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tenhomaisdiscosqueamigos.com — o conteúdo pertence a Tenho Mais Discos Que Amigos.

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