quarta-feira, 12 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
Últimas
Ação de hoje contra Discord não é ponto final, diz diretor da ANPD Eclipse solar mergulha regiões da Espanha na escuridão em pleno dia Discord diz que não tolera violência e que suspensão de lives é 'prematura' Quem são os fundadores do Discord e porque app faz sucesso entre jovens Discord: relembre o caso que levou ao pedido de suspensão de lives no país 'Uma vez na vida': eclipse solar raro começa na Rússia e segue pela Europa Câmara de Nova York investiga Polymarket por supostas práticas predatórias de marketing Grupo de defesa alemão apresenta queixa criminal contra óculos de IA da Meta Startup de "vibe coding" Lovable levanta US$400 mi com avaliação de US$13,3 bilhões Manus volta a ser independente após China vetar compra pela Meta Ação de hoje contra Discord não é ponto final, diz diretor da ANPD Eclipse solar mergulha regiões da Espanha na escuridão em pleno dia Discord diz que não tolera violência e que suspensão de lives é 'prematura' Quem são os fundadores do Discord e porque app faz sucesso entre jovens Discord: relembre o caso que levou ao pedido de suspensão de lives no país 'Uma vez na vida': eclipse solar raro começa na Rússia e segue pela Europa Câmara de Nova York investiga Polymarket por supostas práticas predatórias de marketing Grupo de defesa alemão apresenta queixa criminal contra óculos de IA da Meta Startup de "vibe coding" Lovable levanta US$400 mi com avaliação de US$13,3 bilhões Manus volta a ser independente após China vetar compra pela Meta
Geral

Por que o risco de les�o � maior no futebol feminino?

Folha de S.Paulo ·
Por que o risco de les�o � maior no futebol feminino?

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Diversos estudos apontam que jogadoras de futebol têm um risco de duas a oito vezes maior de romper o ligamento cruzado anterior (LCA) do que seus colegas homens. Longos períodos afastadas dos gramados e a perda de grandes torneios estão entre as consequências amargas para atletas profissionais como as jogadoras da seleção alemã Giulia Gwinn e Lena Oberdorf.

Ainda que o problema não seja novo, ele continua sendo pouco pesquisado. Como ocorre em muitas áreas da saúde feminina, faltam dados que permitam compreender melhor esse tipo de lesão e suas causas.

O Hospital Universitário de Regensburg quer ajudar a mudar esse cenário. As lesões das jogadoras da primeira e da segunda divisão da Bundesliga feminina, o campeonato alemão, vêm sendo registradas em um banco de dados desde a temporada 2023/2024. As primeiras análises do ano mostraram um risco quatro vezes maior de lesões do LCA em comparação aos jogadores homens, cujas lesões também foram registradas.

"Há um aumento das pesquisas internacionais sobre o futebol feminino, mas a diferença em relação ao volume de estudos existentes no futebol masculino ainda é muito grande", explica Lorenz Huber em entrevista à DW.

Huber trabalha como médico residente sob a coordenação do pesquisador Volker Alt no hospital universitário de Regensburg. Segundo ele, os últimos estudos sobre o futebol feminino profissional na Alemanha foram realizados em 2006 e 2007 e, depois disso, houve um longo período sem novas pesquisas.

"Existe uma grande necessidade de recuperação desse atraso", afirma o médico.

E exatamente aí está o problema: quando há poucos dados disponíveis, a prevenção e o tratamento podem ser menos eficazes.

Ler a notícia completa no Folha de S.Paulo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.

Este assunto em outros veículos

Mais de Folha de S.Paulo

Ver tudo ›

Mais em Geral

Ver tudo ›