Filme de ação da Netflix tem apenas 97 minutos e 105 milhões de views
Para quem quer aproveitar a sexta-feira e fugir do tédio sem se comprometer com uma longa maratona, O Jogo do Predador surge como uma opção de suspense na Netflix.Lançado em 2026, o filme tem 97 minutos de duração e coloca Charlize Theron e Taron Egerton frente a frente em uma história de sobrevivência que já alcançou 105,3 milhões de visualizações na plataforma.O longa chegou a essa marca em apenas 24 dias e entrou para o grupo de produções da Netflix que ultrapassaram 100 milhões de visualizações nos primeiros 91 dias disponíveis no catálogo.
Com o desempenho, o filme passou a integrar o ranking das produções mais assistidas da plataforma.
Apesar da repercussão, O Jogo do Predador acabou ficando em segundo plano diante de outros títulos do catálogo.
Para quem procura um filme curto para assistir no sofá, a produção combina perseguição, ação e tensão em pouco mais de uma hora e meia.Um confronto em meio à naturezaDirigido por Baltasar Kormákur, de A Fera, o longa acompanha Sasha (Charlize Theron), uma alpinista que viaja pela Austrália enquanto tenta lidar com um trauma do passado.Durante a aventura pela natureza selvagem, ela cruza o caminho de Ben (Taron Egerton).
O encontro, porém, rapidamente ganha outra dimensão quando a verdadeira intenção do personagem é revelada: ele pretende caçar Sasha.A protagonista passa, então, a lutar pela própria sobrevivência enquanto enfrenta não apenas os obstáculos naturais do ambiente, mas também o homem que a persegue.A proposta coloca a personagem em uma sequência de fugas, quedas e confrontos em cenários naturais da Austrália, transformando rios, florestas e penhascos em parte da própria ameaça.Filme aposta em ação e suspenseO Jogo do Predador segue uma estrutura conhecida dos thrillers de sobrevivência.
A história começa apresentando Sasha e seu conflito pessoal antes de introduzir a perseguição que movimenta a maior parte da narrativa.O roteiro, escrito por Jeremy Robbins, não procura reinventar o gênero e trabalha com elementos já conhecidos de histórias de caça e sobrevivência.
Em alguns momentos, a introdução da protagonista e seu trauma acaba sendo desenvolvida de maneira superficial, enquanto determinadas decisões da trama seguem caminhos previsíveis.Por outro lado, as sequências de perseguição conseguem criar momentos de tensão.
A direção utiliza o ambiente para ampliar os obstáculos enfrentados por Sasha, especialmente nas cenas que exploram a natureza australiana.A fotografia de Lawrence Sher, conhecido pelo trabalho em Coringa, também chama atenção pela utilização das paisagens.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.