Samuel de Mattos promete expropriações, conselhos populares e “socialismo de verdade”
Expropriações, desmilitarização das polícias e a criação de conselhos populares para decidir os rumos da sociedade.
Essas são algumas das propostas do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), que quer “mudar completamente o sistema” com o apoio da população paranaense (e brasileira).
E em 2026, a sigla terá como candidato a governador do Paraná Samuel de Mattos, que nesta quinta-feira (20 de agosto) se tornou o segundo postulante ao Palácio Iguaçu a participar da Sabatina Bem Paraná.
Na conversa, conduzida pelas jornalistas Martha Feldens, Roberta Canetti e Josianne Ritz, o político de 38 anos, que já foi carteiro e hoje é professor de Matemática concursado, contou que está desde 2008 no PSTU.
“Acredito na organização e na mobilização dos trabalhadores para mudar o mundo”, disse ele, revelando ainda que sua pretensão (e a e seu partido) é implementar “um programa socialista de verdade” no Brasil.
“Não acho a Cuba socialista, não acho China socialista, muito menos a Venezuela”, afirmou o matemático.
“O socialismo é mais pragmático, tem de se materializar em medidas concretas, políticas econômicas, e de fato colocar tudo que a nossa sociedade produz para melhorar a vida do povo e com a decisão cotidiana do povo, não com ditaduras”, argumentou ainda.
Requião Filho declara independência de Lula e fala em retomar controle da Copel e da Sanepar Expropriações e uma nova lógica para o sistema Para Samuel de Mattos, o PSTU é um partido de oposição à esquerda do governo Lula e que, inclusive, acredita que é necessário superar o lulismo.
Hoje, ele reconhece, o partido está longe de conseguir o apoio da maioria da população.
Mas a participação nas eleições seria fundamental para uma pretensão de mais longo prazo.
A ideia é que, espalhando suas ideias e propostas, o partido poderia angariar mais apoio e, assim, se tornar uma foça capaz de “mudar completamente o sistema”.
E para essa “mudança completa” possa acontecer, duas medidas seriam fundamentais: a expropriação dos principais ramos da economia do país e a criação de conselhos populares para a população (os trabalhadores, especialmente) tomarem as decisões.
“Queremos mudar a lógica da produção, porque hoje se produz tudo para gerar lucro.
No Paraná, temos o agro com peso importante na economia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.