Fundo imobiliário do Pátria aprova emissão de até R$ 4 bilhões para consolidar quatro FIIs; entenda
O Pátria Crédito Imobiliário Índice de Preços ( PCIP11 ) aprovou sua 9ª emissão de cotas, que poderá movimentar até R$ 4 bilhões . A captação será realizada no contexto da consolidação das carteiras de outros três fundos imobiliários no PCIP11.
Segundo fato relevante, os recursos serão destinados prioritariamente à operação que envolve o RBR Premium Recebíveis Imobiliários ( RPRI11 ), o RBR Rendimento High Grade ( RBRR11 ) e o Vectis Juros Real ( VCJR11 ).
A oferta poderá compreender até 43,266 milhões de novas cotas , emitidas a R$ 92,45 cada . Com a taxa de distribuição de R$ 0,04 por cota, o preço de subscrição será de R$ 92,49 .
A operação será conduzida sob o regime de melhores esforços e terá distribuição restrita a investidores profissionais. A exceção são os atuais cotistas do PCIP11 que participarem por meio do direito de preferência.
A emissão admite distribuição parcial, desde que sejam captados pelo menos R$ 30 milhões , equivalentes a 324,5 mil cotas. Caso esse patamar não seja alcançado, a oferta será cancelada e os recursos já integralizados serão devolvidos aos investidores, conforme as condições previstas no documento.
Os investidores posicionados no PCIP11 na data-base terão direito de preferência na proporção de suas participações. O fator de subscrição será de 2,54334447448, o que permite adquirir aproximadamente 254 novas cotas para cada 100 cotas detidas, sempre com arredondamento para baixo.
De acordo com o cronograma apresentado pela gestora, a data-base está prevista para 1º de setembro . O exercício do direito de preferência começará em 3 de setembro e poderá ser realizado até 16 de setembro pela B3 e até 17 de setembro pelo escriturador. A liquidação também está prevista para 17 de setembro.
Os direitos poderão ser cedidos somente a outros cotistas e exclusivamente pelo escriturador, para posições mantidas nessa instituição. Não será permitida a negociação dos direitos pela B3.
Segundo a gestora, a proposta busca reunir em um único veículo carteiras de fundos que possuem estratégias semelhantes.
Entre os potenciais benefícios apontados estão a maior diversificação do portfólio, a ampliação da liquidez das cotas no mercado secundário e a possibilidade de potencializar a geração de valor aos investidores.
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