Trabalhadora passa décadas contribuindo para o INSS, consulta a aposentadoria pelo celular e descobre que empregos antigos não aparecem no sistema e podem mudar a análise do benefício
Entenda como esses períodos podem influenciar o direito e o valor da aposentadoria
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Imagine uma trabalhadora que passou décadas contribuindo para o INSS e decide consultar a aposentadoria pelo celular. Ao conferir o resultado, percebe que empregos antigos não aparecem no histórico. A ausência pode alterar a contagem apresentada, mas não significa que aqueles anos estejam perdidos. Períodos trabalhados podem ser reconhecidos mediante comprovação , mesmo quando não constam no cadastro previdenciário.
O Cadastro Nacional de Informações Sociais, conhecido como CNIS, reúne vínculos, remunerações e contribuições registrados na base previdenciária. Entretanto, podem existir informações ausentes ou divergentes. Um contrato anotado na carteira de trabalho, por exemplo, pode não estar disponível no extrato consultado pelo aplicativo.
A ausência precisa ser investigada antes de qualquer conclusão sobre o direito à aposentadoria. Também é importante conferir se o emprego aparece com datas incompletas ou se faltam remunerações de determinados meses. Cada divergência exige uma análise própria e pode ter efeitos diferentes no reconhecimento do benefício.
No aplicativo ou site Meu INSS , procure pelo serviço “Extrato de Contribuição (CNIS)” e consulte o documento completo. Depois, compare os registros com as carteiras de trabalho e outros comprovantes guardados. Durante essa conferência, observe:
Como fazer a conferência: analise cada vínculo separadamente e compare empresas, datas, remunerações e indicadores com os documentos do período.
Confira se todas as empresas em que houve trabalho aparecem no histórico previdenciário.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.