Veja as principais camadas de proteção e o que fazer após a invasão de um site
Quando um site é invadido, o primeiro sinal costuma ser aquilo que está diante dos olhos, ou seja, a página sai do ar, o conteúdo é alterado ou uma mensagem deixada pelos invasores passa a ocupar a tela.
Mas, em segurança da informação, o que aparece na página pode ser apenas a ponta de um problema muito maior.
A verdadeira preocupação começa quando surge uma pergunta que nem sempre é respondida imediatamente: até onde o invasor conseguiu chegar? O alerta ganha ainda mais relevância diante dos ataques recentes contra sites de prefeituras e Câmaras de Vereadores do Espírito Santo.
Em casos como esses, a alteração ou indisponibilidade do portal institucional não deve ser tratada apenas como um problema de comunicação ou de imagem.
É necessário investigar como ocorreu a invasão, qual vulnerabilidade foi explorada, quais sistemas foram alcançados e, principalmente, se houve acesso a informações ou outros ambientes da infraestrutura de tecnologia.
Um site institucional pode estar conectado a sistemas de publicação, bancos de dados, serviços de autenticação, servidores de arquivos, APIs, ferramentas administrativas e diferentes componentes da infraestrutura de TI.
Por isso, uma vulnerabilidade aparentemente restrita ao portal pode, dependendo da arquitetura e dos controles existentes, abrir caminho para outros recursos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.