Diagnóstico de Lucio Mauro Filho acende alerta para doença silenciosa; veja sinais
Lucio Mauro Filho , de 52 anos, surpreendeu o público ao revelar que enfrentou um câncer de intestino. O ator descobriu a doença de maneira inesperada durante um check-up de rotina, realizado após passar por um período delicado de saúde em decorrência da Covid-19.
O caso chama atenção principalmente porque o câncer colorretal pode se desenvolver silenciosamente. Dessa forma, o diagnóstico de Lucio Mauro Filho reforça a importância do acompanhamento médico e dos exames de rastreamento, que podem identificar alterações antes mesmo do aparecimento de sintomas.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA) , o Brasil registra mais de 45 mil novos casos da doença por ano.
Também chamado de câncer colorretal ou câncer de cólon e reto, o tumor se desenvolve no intestino grosso. Em muitos casos, ele surge a partir de pólipos, lesões inicialmente benignas que podem sofrer alterações ao longo dos anos.
Nas fases iniciais, a doença pode não provocar sintomas perceptíveis. No entanto, conforme avança, alguns sinais merecem atenção, como presença de sangue nas fezes, alterações persistentes no funcionamento intestinal, dores abdominais, sensação de inchaço e presença de massa na região do abdômen.
Além disso, perda de peso sem explicação e cansaço persistente também podem aparecer. Esses sintomas, porém, podem ter diversas outras causas e, isoladamente, não significam que uma pessoa tenha câncer. Por isso, diante de alterações persistentes, a avaliação médica é fundamental.
A idade está entre os fatores associados ao desenvolvimento do câncer de intestino. Entretanto, o histórico familiar e determinados hábitos também podem aumentar o risco.
Uma alimentação pobre em fibras e rica em carnes processadas, além do sedentarismo, tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas, está entre os fatores relacionados à doença.
Por outro lado, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e realizar o acompanhamento preventivo adequado pode contribuir para reduzir os riscos e favorecer um diagnóstico precoce.
A colonoscopia está entre os principais exames usados no rastreamento e diagnóstico da doença. Durante o procedimento, o médico consegue visualizar o interior do intestino e identificar pólipos ou outras alterações. Caso encontre uma lesão suspeita, também pode retirar uma amostra para biópsia.
Além disso, a retirada de determinados pólipos durante a colonoscopia pode impedir que essas lesões evoluam para um câncer no futuro.
Após a confirmação do diagnóstico, o tratamento varia conforme as características e o estágio da doença. A cirurgia pode ser indicada para retirar o tumor e os gânglios linfáticos próximos. Dependendo do caso, a equipe médica também pode recomendar quimioterapia ou radioterapia.
No caso de Lucio Mauro Filho , a descoberta durante um exame de rotina reforça justamente a importância do rastreamento: mesmo sem sinais evidentes, alterações no intestino podem estar se desenvolvendo silenciosamente.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.terra.com.br — o conteúdo pertence a Terra.