Rotina sedentária pode alterar formato e firmeza dos glúteos, aponta médica
Home office, trânsito e muitas horas em frente ao computador. Essa rotina gera o que popularmente chamamos de "bumbum de cadeira". A expressão descreve a sensação de glúteos mais apagados. A região perde a sua projeção e a sua firmeza natural.
O termo não é um diagnóstico médico oficial. No entanto, ele alerta para o perigo do comportamento sedentário. Passar longos períodos sentado movimenta muito pouco a musculatura local.
A lógica do problema está na função do próprio corpo. O glúteo máximo é solicitado em movimentos essenciais diários. Ele trabalha bastante ao caminhar, levantar e subir escadas. Porém, o músculo descansa durante os longos períodos na posição estática.
O problema não é apenas o tempo na cadeira. O grande vilão é a falta de movimento ao longo do dia. A rotina sedentária enfraquece o condicionamento dessa região do corpo. Isso interfere na percepção de volume, de projeção e de firmeza.
A ciência ajuda a entender essa dinâmica corporal. Estudos mostram que os tecidos dos glúteos sofrem uma grande compressão. Eles se deslocam sob o peso do corpo na posição sentada.
A falta de atividade física diminui o estímulo de manutenção. Essa combinação explica as mudanças no contorno corporal de algumas pessoas. Os resultados visuais sempre variam de acordo com a rotina individual.
A médica referência em harmonização glútea e diretora médica da Clínica Leger Porto Alegre, Danuza Alves, explica que o quadro envolve um conjunto de fatores.
Nessa caso, a rotina inteira precisa ser avaliada. "Não é simplesmente uma questão de ficar algumas horas em uma cadeira, mas do conjunto da rotina"" , ressalta a diretora médica.
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