Flávio se nega a falar de ‘Dark Horse’ e relação com Vorcaro: ‘Cadê o Lulinha?’
O senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a ser questionado sobre o financiamento do filme Dark Horse, sobre o atentado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro , do Banco Master , mas disse que o caso estava superado e preferiu falar da situação econômica do país e questionar as suspeitas sobre as atividades do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha , filho do presidente Lula.
Em maio deste ano, veio à tona um áudio no qual Flávio cobrava o repasse de dinheiro ao filme, que no total chegaria a 134 milhões de reais.
“Vocês vão parar no tempo? “, questionou o senador aos jornalistas ao começar a falar sobre o assunto.
“O Brasil está ardendo em chamas, todo o mundo endividado, Brasil quebrado.
Duzentas indústrias já foram para fora do Brasil, para o Paraguai.
Mais de 9,1 milhões de CNPJs de empresas estão devendo, e vocês querem insistir [em falar de] numa relação privada, de fundo privado, que não tem contrapartida pública em nada? “, continuou.
As declarações foram dadas em entrevista coletiva na noite da segunda-feira, 24.
E prosseguiu, apontando para um suposto envolvimento de Lula e aliados com Vorcaro e o Master.
“Não adianta.
Vocês não vão me colocar na mesma página desse cara [Lula].
A prestação de contas foi feita dentro da investigação que está acontecendo em São Paulo.
Quem tem que prestar contas não sou eu, é o Lula, porque estava fazendo uma reunião escondidinha com o Augusto Lima [ex-sócio do Master] e o Vorcaro.
Quem deve explicação é ele, é [o senador e ex-líder do governo Lula] Jaques Wagner, é o [ex-ministro] Rui Costa , é o pessoal da Bahia, que é o cerne, a origem, de todo esse grande escândalo de corrupção”, afirmou o senador.
Flávio depois mirou as suspeitas envolvendo Lulinha.
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