Migração para nuvem sem planejamento gera custo maior que o ambiente anterior
A palavra nuvem virou sinônimo de modernidade no vocabulário corporativo.
Praticamente toda empresa que fala em transformação digital inclui cloud computing como parte do plano.
O problema é que há uma diferença substancial entre adotar a nuvem de forma estratégica e simplesmente mover servidores físicos para um ambiente remoto.
Essa diferença custa caro quando não é compreendida antes da migração.
O mercado brasileiro já acumulou casos suficientes para identificar o padrão: empresas que migraram para a nuvem sem diagnóstico prévio frequentemente terminam pagando mais do que pagavam com infraestrutura própria.
Não porque o cloud seja mais caro por natureza, mas porque sem otimização as configurações replicam ineficiências do ambiente antigo em um modelo de cobrança por uso.
O que cada provedor entrega de diferente Cloud computing é a entrega de recursos computacionais pela internet, com pagamento baseado no uso.
Ao invés de manter data centers próprios com alto custo fixo, a empresa contrata capacidade sob demanda de provedores como AWS, Microsoft Azure, Google Cloud ou Oracle Cloud.
Cada um tem perfil distinto.
A AWS lidera em abrangência de serviços e ecossistema de parceiros.
O Azure se destaca pela integração com o ambiente Microsoft, sendo a escolha natural para empresas que já dependem de Office 365 e Windows Server.
O Google Cloud tem vantagem em análise de dados e inteligência artificial.
A Oracle Cloud oferece performance superior para quem roda bancos de dados Oracle on-premise.
Essa variedade é uma oportunidade quando há estratégia clara sobre o que vai para qual ambiente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.