Homens com entradas podem deixar o cabelo visualmente muito mais cheio escolhendo estes tipos de corte em vez de raspar as laterais demais
Raspar as laterais demais pode piorar a percepção de entradas. Veja por que o contraste é o problema real e qual corte pedir em cada estágio
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O que você vai ver Por que o contraste entre topo e laterais é o verdadeiro problema. Qual corte funciona no início da recessão do cabelo. O que pedir ao barbeiro conforme as entradas avançam. Por que um degradê muito baixo pode piorar o efeito. Muitos homens com entradas cometem o mesmo erro ao pedir para raspar as laterais bem baixas, na tentativa de “disfarçar” o problema. Barbeiros apontam que essa escolha costuma piorar a percepção de rarefação, em vez de melhorá-la.
A recessão do cabelo chama atenção principalmente por causa do contraste: quando as laterais estão muito mais curtas e escuras do que o topo, o olho é atraído justamente para a diferença entre as duas áreas, destacando exatamente a região das têmporas onde as entradas costumam aparecer primeiro.
Reduzir esse contraste, em vez de tentar “esconder” as entradas com comprimento extra no topo, costuma ser a estratégia mais eficaz: quanto mais uniforme o comprimento entre topo e laterais, menos o olho consegue identificar onde exatamente o cabelo está mais rarefeito.
Nos estágios iniciais, quando ainda há bastante cabelo na região frontal, um corte tipo crew cut, que vai ficando gradualmente mais curto conforme se aproxima da coroa, deixando o comprimento maior na frente, ajuda a manter opções de estilo sem expor demais as têmporas.
Deixar um pouco mais de comprimento na parte de cima, com uma franja curta e levemente texturizada, também direciona o olhar para cima, para o volume no topo, em vez de para os lados, onde o recuo costuma começar a aparecer primeiro.
Conforme a rarefação avança, a recomendação muda: em vez de insistir em manter comprimento no topo enquanto as laterais ficam cada vez mais curtas, vale pedir um comprimento cada vez mais uniforme em toda a cabeça, até eventualmente chegar a um buzz cut curto e parelho, que elimina o contraste por completo.
Pedir ao barbeiro uma máquina de numeração baixa, tipo 2, em vez de zero, costuma ser o ponto de equilíbrio nesse estágio mais avançado: curto o suficiente para remover o contraste, mas ainda com cabelo suficiente para não parecer um corte extremo ou forçado.
Um degradê raspado rente à pele (skin fade) combinado com um topo ainda com bastante comprimento cria justamente o tipo de contraste que evidencia as entradas: a transição abrupta entre a pele à mostra e o cabelo mais longo puxa o olhar direto para a linha onde o recuo está mais visível.
Um degradê mais alto, iniciado acima do ponto onde a recessão começa, tende a funcionar melhor: essa técnica levanta visualmente a linha do cabelo e integra as laterais ao topo sem criar uma quebra brusca de comprimento exatamente na área mais sensível.
Penteados com o cabelo todo puxado para trás, sem volume na raiz, costumam ter o efeito oposto ao desejado: colam os fios ao couro cabeludo e deixam a linha das têmporas ainda mais evidente, já que não há nada disfarçando o contorno onde o cabelo recuou.
Se o objetivo é reduzir a percepção das entradas, penteados que jogam o cabelo leve
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.