4 destaques — e um problema — do show do Helloween em São Paulo
Exceção feita ao período de pandemia, o Helloween nunca ficou tanto tempo sem vir ao Brasil como agora.
Três anos e cinco meses após um show arrasador no Monsters of Rock 2023 , a banda alemã de power metal retornou ao país, parada obrigatória de suas turnês desde 1996, para dois shows: em Porto Alegre, na última quarta-feira, 16, e São Paulo, no sábado, 19.
Michael Kiske, do Helloween, em 2026 (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos) A performance na capital paulista, realizada na Suhai Music Hall e com ingressos esgotados, encerrou a agenda de 2026 da atual tour, comemorativa dos 40 anos de fundação do grupo.
Há uma década, eles são um septeto, reunido com integrantes de diferentes eras para fazer justiça ao seu legado e construir uma nova história.
Michael Kiske (voz), Andi Deris (voz), Kai Hansen (guitarra e voz), Michael Weikath (guitarra), Sascha Gerstner (guitarra), Markus Grosskopf (baixo) e Daniel Löble (bateria) são os membros atuais.
Kai Hansen, do Helloween, em 2026 (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos) Confira abaixo uma lista de destaques positivos — e um, infelizmente, negativo — do show feito pelo Helloween em São Paulo, de acordo com o jornalista Igor Miranda .
O conteúdo foi retirado do site IgorMiranda.com.br .
4 destaques — e um problema — do show do Helloween em São Paulo 1) As vozes — e seus entrosamentos Embalados por um instrumental irretocável, Michael Kiske e Andi Deris são os capitães da festa.
Para além de conduzirem a plateia — com destaque a Deris, um frontman e tanto — e terem o show desenhado de modo a privilegiar suas interações, cantam uma barbaridade.
Kiske, aos 58 anos de idade, preserva alcance vocal muito similar ao que demonstrava em seus 20 e poucos, bem como timbre e capacidade de interpretação raríssimos.
É um dos maiores de seu ofício da história do heavy metal.
Deris, 62, sabe disso, então assume um papel de coadjuvante de luxo.
Fora que está cada vez melhor desde que passou a dividir a função — e a se desgastar menos — com o retorno de Michael.
Andi Deris, do Helloween, em 2026 (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos) 2) Escolha de setlist Para a atual turnê, comemorativa de seus 40 anos de história, o Helloween fez algumas escolhas surpreendentes.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.