BrasilAgro (AGRO3) está ‘sempre pronta’ para compra imperdível — e não conta com fazenda ‘not for sale’
Para uma empresa que ganha dinheiro comprando, desenvolvendo e negociando propriedades rurais, não há ativos intocáveis nem oportunidades excepcionais que possam ser ignoradas.
É assim que a BrasilAgro (AGRO3) encara seu portfólio.
Em entrevista ao Money Times , o CEO André Guillaumon afirmou que a companhia está preparada para agir dos dois lados do mercado sempre que os preços forem atraentes.
“Se aparecer uma fazenda imperdível para comprar, assim como uma venda irrecusável, as duas a gente vai fazer”, afirma.
Ana Paula Zerbinati, diretora de Relações com Investidores da BrasilAgro, que também participou do bate-papo, reforça a mensagem: “Nós estamos sempre prontos para comprar”. new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "AGRO3", "AGRO3" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "ad5ada2" } ); A filosofia reflete o próprio modelo de negócios da empresa.
Em vez de tratar as fazendas como patrimônio permanente, a BrasilAgro vê suas propriedades como ativos capazes de gerar valor por meio de investimentos em produtividade, infraestrutura e conversão de áreas.
Depois de capturada essa valorização, os recursos podem ser direcionados a novos projetos.
Isso não significa que a companhia esteja à procura de compradores para qualquer propriedade.
Algumas áreas ainda têm potencial de desenvolvimento e valor a ser extraído.
Ainda assim, nenhuma delas tem uma etiqueta de “not for sale” .
“Se alguém chegar e colocar o dinheiro que a gente está esperando lá na frente a valor presente, a gente vende, não tem problema nenhum.
Não há nenhuma fazenda da BrasilAgro com a plaquinha ‘invendável’”, disse o CEO.
Em outras palavras, se uma oferta refletir hoje o valor que a empresa espera capturar apenas anos adiante, a venda antecipada pode ser a decisão mais racional.
A lógica é simples: adquirir uma área, investir em sua transformação, capturar a valorização criada e reciclar esse capital em novos ativos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.