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Bandeirante, Mirassol e mais: em que estágio está o futebol feminino nos times do noroeste paulista

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Bandeirante, Mirassol e mais: em que estágio está o futebol feminino nos times do noroeste paulista

Bandeirante de Birigui reativa projeto do futebol feminino para formação de atletas O futebol feminino começa a ganhar novos espaços no interior de São Paulo.

Enquanto grandes clubes, como o Mirassol, ainda concentram boa parte das estruturas da modalidade, equipes de cidades do interior passam a investir na formação de novas atletas.

Em Birigui, o Bandeirante é um dos exemplos desse movimento.

O clube retomou e vem fortalecendo o projeto de futebol feminino, que já tem cinco anos.

Atualmente, cerca de 10 meninas participam dos treinamentos, enquanto o BEC trabalha para estruturar as categorias sub-15 e sub-17.

O movimento acontece em um momento de expansão das competições de base.

Em 2026, a FPF criou o Campeonato Paulista Feminino Sub-13, competição inédita que reúne oito equipes e amplia o calendário de formação das jogadoras.

Treino do time feminino do Mirassol Ana Goulart/Agência Mirassol Veja também + Outras notícias do ge.globo/tvtem Bandeirante aposta na formação No Bandeirante, o trabalho é voltado principalmente para a formação das atletas.

A técnica das categorias sub-15 e sub-17, Letícia Caputte, destaca que o objetivo vai além da preparação para o futebol profissional. – O esporte em si é importante para o desenvolvimento, não só para ser uma atleta profissional, mas no desenvolvimento como pessoa, físico, tático e mental.

A intenção também é abrir espaço para meninas mais novas e, futuramente, participar de competições oficiais. – Minha meta principal, desde o início, foi a formação de atletas.

Como clube, a formação de atletas e também, claro, participarmos de competições.

Depois do time fechado, redondinho, a intenção é representar o Bandeirante aí fora.

Letícia Caputte, técnica dos times femininos de base do Bandeirante Reprodução/Instagram Para Yasmin Souza, de 16 anos, que começou a treinar no BEC aos 13, o projeto representa a possibilidade de continuar perseguindo o sonho de ser jogadora. – Desde pequenina o futebol sempre fez parte da minha vida, sempre insisti, nunca desisti do futebol.

Quero continuar treinando e seguir carreira, que é o meu sonho.” Aos 14 anos, Mirela Macedo também encontrou no clube um espaço para treinar com outras meninas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.

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