Morador da Barra, no Rio, explode a internet sacaneando a família Bolsonaro…
Tem uma coisa que o André Janones não contou: na internet, a militância também se faz com humor.
Não é detalhe.
O humor é uma ferramenta política poderosa porque transforma indignação em comunicação, aproxima pessoas e ajuda a fazer uma mensagem circular.
Exemplo disso é o vídeo que ganhou as redes de um morador da Barra da Tijuca, um dos redutos do bolsonarismo no Rio de Janeiro, provocando a família Bolsonaro e seus apoiadores do alto do prédio.
O conteúdo chamou atenção não apenas pelo que era dito, mas pela forma como a situação foi conduzida.
Há uma lição importante para quem faz militância nas redes sociais: não basta ter razão, apresentar argumentos ou denunciar contradições.
É preciso também saber comunicar.
E, nesse terreno, o humor tem um papel que a política tradicional muitas vezes subestima.
Com um megafone, o morador ironiza os bolsonaristas, questiona a confiança da família em seus próprios integrantes e tenta convencer os apoiadores de que eles foram enganados.
Em meio às provocações, o episódio ganha contornos de espetáculo, com comentários da vizinhança e o cenário em que tudo acontece.
Por que o humor cabe tão bem neste momento Não dá para levar a sério um sujeito que se autoproclama presidente do Brasil, diretamente dos Estados Unidos, depois de perder uma eleição.
Flávio Bolsonaro é o típico “Napoleão de hospício”, assim como seu Jair, como Carluxo… a família bicampeã da derrota.
Passada a eleição, a disputa não acaba: continua nas redes, onde o bolsonarismo se organizou e onde o riso é recurso de mobilização – e de desmoralização.
A lição que fica é simples: a militância digital precisa aprender também a rir, ironizar e surpreender.
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