Margareth Menezes comenta possibilidade de futuro como ministra: “Muita coisa a fazer”
Margareth Menezes fez uma balanço sobre os seus quase quatro anos à frente do Ministério da Cultura.
A gestora também abordou a possibilidade de continuar no comando da pasta no caso do presidente Lula (PT) se reeleger.
As declarações aconteceram durante uma entrevista exclusiva concedida por ela ao portal A TARDE.A baiana assumiu a Cultura em janeiro de 2023 sob forte expectativa do setor.
Três anos e sete meses depois, Margareth avaliou como positivas as suas ações como ministra.“Foi um processo muito difícil, mas a gente constatou que estamos deixando tudo em outro patamar.
É inegável que o setor cultural no Brasil tem reagido positivamente às políticas que nós estamos lançando”, afirmou.Margareth Menezes pontuou que a sua gestão está “trabalhando todas as dimensões que fazem parte do setor cultural, para a gente qualificar melhor as entregas e também proporcionar aos agentes culturais um ambiente melhor de trabalho”.O objetivo, segundo ela, é fazer uma entrega de estruturação interna e externa da maneira de fazer a política cultural: “Queremos entregar a nossa gestão com algumas melhorias para esse funcionamento”.
Ainda há muita coisa a fazer, a política cultural é muito ampla, são muitas áreas, mas a nossa intenção aqui é, pelo menos quando a gente entregar o Ministério, fazer isso com mais facilidade para a próxima gestão.
Margareth Menezes - ministra da Cultura Leia Também: ENTREVISTA EXCLUSIVA Cultura na Bahia recebe investimento bilionário sob gestão de Margareth Menezes PROMOÇÃO À LEITURA Margareth Menezes entrega livros a biblioteca comunitária em Salvador FORTALECIMENTO Ministra Margareth Menezes defende protagonismo da cultura: "Alimenta a alma" “Me sinto muito gratificada”Questionada pela reportagem sobre a viabilidade de continuar como ministra, Margareth Menezes ressaltou que essa decisão depende de Lula.“Primeiro, a gente precisa entender a importância de dar continuidade ao trabalho.
A ele cabe a indicação das pessoas.
Me sinto muito gratificada por essa honra de colaborar de alguma maneira com a gestão cultural do Brasil”, acrescentou.LegadoA ministra também revelou qual legado quer deixar.
De acordo com a gestora, o foco é “ver o Brasil como um todo, nacionalizar a oportunidade e efetivar a Política Nacional Aldir Blanc, essa ferramenta de irrigação que liga governo federal com municípios e estado.
É a primeira vez que a gente tem isso.
A regulamentação do Sistema Nacional de Cultura também faz parte dessa entrega”.Ela ainda citou a adesão cada vez mais forte à cultura digital.
“É um ambiente novo que a gente vem trazendo, entendendo que as novas gerações sempre apresentam demandas novas.
Isso tudo faz parte do legado da nossa gestão”, celebrou.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.