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Ale-RR recorre ao STF contra decisão que autoriza candidatura de Jalser Renier

G1 Roraima ·
Ale-RR recorre ao STF contra decisão que autoriza candidatura de Jalser Renier

Ex-deputado estadual Jalser Renier Reprodução/Instagram A Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar impedir que Jalser Renier (PSDB) dispute as eleições de outubro.

A Casa pede a suspensão imediata de uma decisão do ministro Nunes Marques, tomada em 5 de agosto, que devolveu parte dos direitos políticos ao ex-deputado.

Procurado pelo g1, Jalser rebateu o recurso e acusou o atual presidente da Assembleia, o deputado Jorge Everton (União Brasil), de perseguição.

Ele chamou Everton de "raposa velha que perde o pelo, mas não perde os costumes".

O g1 solicitou um posicionamento a Everton, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

O recurso da Ale-RR foi protocolado na última terça-feira (18).

Jalser é réu na Justiça por mandar sequestrar e torturar o jornalista Romano dos Anjos, em 2020.

Ele teve o mandato cassado em 2022 por quebra de decoro parlamentar e está inelegível até 2030.

Desde então, o ex-presidente da Ale-RR teve pelo menos oito recursos negados pelo STF antes da decisão de agosto, que liberou a participação dele em convenções partidárias e nos demais atos das eleições de 4 de outubro.

STF autorizou ex-deputado acusado de mandar sequestrar e torturar jornalista a disputar eleições em RR Por que a Assembleia recorreu Segundo a Ale-RR, o Supremo ainda não poderia ter julgado o caso, porque o processo de Jalser segue parado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), aguardando o julgamento de um recurso anterior.

Para a Assembleia, a competência do STF só começa quando o processo chega fisicamente à Corte, o que, segundo o recurso, ainda não aconteceu.

A Casa também alega que o ministro Nunes Marques já havia negado um pedido idêntico de Jalser em 31 de março deste ano, usando exatamente esse argumento.

Para a Assembleia, nada mudou na situação do processo que justificasse a mudança de entendimento.

O recurso ainda sustenta que a decisão de agosto não teria analisado os argumentos apresentados pela Assembleia, limitando-se a uma frase genérica sobre a posição contrária do órgão.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Roraima.

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