O impacto das suspeitas sobre Marcola e Lulinha na campanha de Lula à reeleição
Um levantamento divulgado nesta terça-feira, 11, pelo Instituto Democracia em Xeque mostra que a abertura das investigações contra Fábio Luís Lula da Silva , o Lulinha , filho do presidente Lula , e o afastamento do ex-assessor do petista Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola , por suspeita de vínculos com os investigados no escândalo do INSS, são dois assuntos que ainda estão “difusos” no imaginário do eleitor.
Como consequência, o estudo mostra que eles não danificam a imagem do petista da mesma maneira que o escândalo do Banco Master arranha a de Flávio Bolsonaro (PL), principal rival de Lula nas urnas.
“Os casos Lulinha e Marcola reabrem suspeitas sobre Lula e seu entorno, mas não produzem, nesta rodada, dano equivalente ao do Master para Flávio.
A razão não está na ausência de desconfiança, mas na diferença entre resposta institucional, no envolvimento direto e na biografia em crise”, diz trecho das conclusões do estudo.
A entidade trabalhou com dois grupos focais (um só de homens e outro de mulheres), compostos por pessoas que têm entre 30 e 50 anos, ensino médio completo e uma renda familiar que oscila entre três e sete salários mínimos.
São pessoas que moram nas regiões metropolitanas das seguintes capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador.
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