Jogadores da seleção brasileira começam novo ciclo com velho problema de lesão
Uma das razoáveis justificativas para a decepcionante campanha do Brasil na última Copa do Mundo foram as lesões.
Se Carlo Ancelotti foi criticado por várias de suas escolhas -e admitiu erros-, é também verdade que a ausência de peças que ele considerava importantes tenha representado um obstáculo significativo.
Com apenas um ano de trabalho até o Mundial, o italiano apostou em jogadores que já conhecia bem do tempo de Real Madrid.
Era o caso de do defensor Éder Militão e do atacante Rodrygo, que tiveram problemas físicos graves e não foram à América do Norte.
O atacante Estêvão, por quem o treinador rapidamente se encantou, também ficou fora.
A lista aumentou já nos Estados Unidos.
O lateral direito Wesley, que assumira a posição na ausência de Militão, foi cortado após lesão em amistoso.
E o atacante Raphinha, figura-chave da equipe, jogou menos de uma partida e meia no Mundial, passando o resto do torneio em fracassada tentativa de recuperação.
A seleção caiu nas oitavas, e Ancelotti ganhou quatro anos para promover uma reconstrução.
Que já começou com problemas de disponibilidade.
Nos últimos dias, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) teve de anunciar duas trocas no grupo convocado para os amistosos contra Austrália e Índia: Wesley, de novo ele, e João Pedro foram trocados por Vanderson e Martinelli.
Coritiba aproveita Data Fifa para recuperar 11 jogadores O grupo começou a se apresentar nesta segunda-feira (21), em Brisbane, na Austrália.
Por dificuldades logísticas, o elenco ainda está bastante desfalcado.
A expectativa é que apenas na quarta (23) Ancelotti tenha todos os jogadores à disposição, com curta preparação para o duelo com a Austrália na sexta (25), em Townsville.
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