Entrevista na NSC: Laís Chaud aposta em mobilização popular para governar e maior reforço no combate à violência contra a mulher
Laís Chaud, candidata do Unidade Popular ao governo de Santa Catarina, foi entrevistada nesta quinta-feira (17) pela NSC TV dentro do Jornal do Almoço.
Durante 3 minutos e 30 segundos, foi questionada pelo jornalista André Lux sobre propostas de campanha e posicionamento de candidatura.
Entre os temas, respondeu que defende governar por meio da pressão e mobilização popular, compensando a falta de bancada do partido na Assembléia Legislativa (Alesc), e a criação de Delegacias de Proteção à Mulher com funcionamento 24 horas, além de casas de referência para apoio às vítimas de violência no estado. ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp 🔍🗣️ A entrevista faz parte de uma série de sabatinas com os postulantes ao governo catarinense realizadas a partir desta segunda (14) até a sexta-feira (18).
A ordem dos candidatos segue a posição na pesquisa Quaest encomendada pela NSC e divulgada em 24 de agosto (confira os dados do levantamento).
Governabilidade e pressão popular Sobre a gestão do Estado sem bancada própria na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), a candidata afirmou que pretende articular a aprovação de projetos por meio da mobilização direta dos trabalhadores sobre os parlamentares.
"A nossa forma de governar é uma forma diferente, porque, independente de ter deputados ou não, os governos da Unidade Popular se propõem a ser um governo governado pela população, pela maioria do povo, pelos trabalhadores.
A gente vê muitas questões que se apresentam, que os deputados precisam votar, em leis, em resoluções e tudo mais, mas que, no fim, acabam não representando o desejo da maioria.
E nós, o atual, o possível, na verdade, governo da Unidade Popular, representaria o desejo da maioria", declarou.
Combate à violência contra a mulher Em relação às políticas públicas para as mulheres, Laís apontou como medida prioritária a ampliação da estrutura de atendimento às vítimas de violência no estado, com funcionamento contínuo e suporte multiprofissional.
"Para nós, seria uma das principais e uma das primeiras questões que a gente faria no governo.
Entendemos que também a contratação de mais profissionais, possivelmente essa contratação de mais policiais, mas a gente entende que da delegacia, ou também da construção de casas de referência às mulheres vítimas de violência, a gente também tem aí psicólogos, assistentes sociais e jurídicos para atuar", disse.
Demais temas abordados na entrevista Credenciais da candidatura “O que nos credencia é a luta que a gente faz através dos nossos movimentos sociais.
Então eu sou coordenadora de um movimento que luta pela moradia digna, movimento de luta nos bairros, vilas e favelas.
A minha trajetória política, na verdade, foi construída fazendo as atividades no dia a dia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Santa Catarina.