Dois hospitais de Curitiba contam com centenas de voluntários e histórias de pai para filha
Os hospitais Universitário Cajuru e São Marcelino Champagnat, ambos em Curitiba, contam com 430 voluntários e 21 programas de voluntariado que completa vinte anos.
A iniciativa dos hospitais vai da condução de pacientes às visitas de animais.
Mas tem também muita história.
“Espero que essa jornada e esse amor que ele plantou em mim não acabem e que eu possa passar adiante para meus filhos e conhecidos o quão necessário e bom é ser voluntário.” Aos 18 anos, Maria Clara Demarchi dá continuidade a uma história que começou antes mesmo de ela nascer.
Na infância, cresceu ouvindo o pai, Marcio Juarez Demarchi, contar sobre os anos em que dedicou parte da rotina ao voluntariado.
Desde maio de 2026, os dois dividem as manhãs de sexta-feira pelos corredores do Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba, que atende 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS). (Maria Clara Demarchi e seu pai, Marcio Juarez Demarchi, juntos no Voluntariado – Foto: Divulgação) Pai e filha fazem parte de um programa que completa 20 anos de história em 2026.
Criado em 2006, o Programa de Voluntariado dos hospitais Universitário Cajuru e São Marcelino Champagnat começou com poucas pessoas e uma única atividade.
Hoje, reúne 430 voluntários em 21 programas que combinam acolhimento, solidariedade e humanização no ambiente hospitalar.
Do primeiro projeto a 8 mil atendimentos em 2025 O Acompanhamento Solidário foi o primeiro programa de voluntariado dos hospitais e permanece, 20 anos depois, como o maior deles.
Atualmente, cerca de 110 voluntários, entre eles Maria Clara e Marcio, auxiliam na condução de pacientes em cadeiras de rodas e macas para unidades de internação, exames, pré-operatório, centro cirúrgico e outros setores, conforme os protocolos estabelecidos.
Somente em 2025, foram cerca de 8 mil atendimentos.
“Esse trabalho permite que o técnico de enfermagem permaneça onde está cuidando do paciente, enquanto o voluntário dá apoio nos deslocamentos que pode realizar.
Quando os voluntários retornam depois do período de recesso, os profissionais dizem: ‘Graças a Deus vocês voltaram’.
Isso mostra a importância que o trabalho conquistou dentro da rotina do hospital”, destaca a coordenadora do Voluntariado, Pastoral e NIMV – Núcleo de Identidade, Missão e Vocação dos hospitais Universitário Cajuru e São Marcelino Champagnat, Kelly Lorusso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.