Marcel Malczewski: “Funses 1 pode devolver mais de R$ 500 milhões ao ES”
Marcel Malczewski acredita que o ecossistema capixaba de negócios precisa receber profissionais de fora do Estado para agregar valor com outras experiências.
Crédito: Reprodução de TV Criado com recursos dos royalties de petróleo, o Fundo Soberano do Espírito Santo quer transformar uma receita finita em novas fontes de riqueza para o Estado.
Uma das principais iniciativas dessa estratégia é o FIP Funses 1, fundo voltado para startups e empresas de base tecnológica.
O Funses 1 possui R$ 250 milhões e tem a Quartzo Capital como gestora.
Segundo a empresa, mais de R$ 150 milhões já foram destinados a investimentos.
A carteira reúne mais de 45 negócios, entre empresas que receberam aportes diretos e startups apoiadas por programas de aceleração.
O fundo ainda registra uma valorização de cerca de 60% em sua cota, de acordo com avaliações feitas por empresas independentes.
Marcel Malczewski , CEO da Quartzo Capital, explica como o dinheiro é aplicado, quais critérios definem a escolha das empresas e por que acredita que o fundo pode devolver mais de R$ 500 milhões ao Estado.
Engenheiro e ex-presidente da Bematech, ele também analisa o que o Espírito Santo precisa fazer para se consolidar como um polo nacional de tecnologia.
Veja abaixo a entrevista com Marcel Malczewski: O Funses 1 possui R$ 250 milhões.
O que sustenta a projeção de devolver mais de R$ 500 milhões ao ES? É um grande desafio.
O Funses 1 é um fundo de venture capital, modalidade que investe em empresas novas de tecnologia.
Ou seja, trata-se de um investimento alternativo e de alto risco, porque estamos colocando recursos em negócios que ainda estão em fase de crescimento.
A ideia do governo do Espírito Santo, ao criar o Fundo Soberano e depois o Funses 1, foi desenvolver o ecossistema capixaba de inovação, principalmente por meio das startups.
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