Oracle aponta mudança no valor dos dados com avanço da IA
Alexandre Maioral, presidente da Oracle no Brasil no Febraban Tech 2026 | Crédito: Paulo Cesar Rocha e Mauro Silva/Divulgação O maior ativo das empresas não é mais os dados que elas acumulam, mas os sinais que conseguem extrair deles.
Essa foi a mensagem deixada por Alexandre Maioral, presidente da Oracle no Brasil, no último dia de Febraban Tech, na quarta-feira (26).
“Os sinais são dados convergentes.
Com isso, as empresas conseguem operar com mais precisão, disponibilidade e menos risco”, afirmou o executivo durante painel ao lado de Adriano Meirinho, cofundador da fintech de infraestrutura financeira Celcoin , e Daniel Trinhain, head da plataforma de gestão de middle e back-office Sinacor , da B3 .
Segundo Alexandre, a discussão sobre IA nas organizações mudou significativamente nos últimos anos.
O foco deixou de ser a implementação da tecnologia em si e passou a estar em eficiência, produtividade e geração de novos negócios.
Para a Oracle , esse avanço depende de dados integrados, governados e confiáveis, capazes de ser transformados em informação no momento em que a decisão precisa ser tomada.
Essa necessidade também elevou a velocidade de decisão a um fator competitivo.
A tese é que, com consumidores cada vez mais acostumados a receber respostas e soluções com agilidade, as empresas precisam acompanhar esse ritmo sem abrir mão da segurança das aplicações.
Para Alexandre, quem não estiver preparado para aumentar a velocidade de operação corre o risco de perder liderança e relevância no mercado.
Isso exige que os dados sejam analisados em tempo real e transformados em decisões estruturadas, capazes de melhorar a operação e gerar novas receitas.
Nesse cenário, a Oracle vê os agentes de inteligência artificial como um “segundo jogador” nas organizações: sistemas que ampliam a capacidade de análise e execução das equipes, sem substituir as pessoas.
Governança como base Para que essa velocidade seja possível, no entanto, os dados precisam estar estruturados sobre uma base segura e resiliente.
Adriano, da Celcoin , reforçou que governança, escalabilidade e performance são premissas ainda mais relevantes em ambientes controlados e críticos, como o de bancos e instituições financeiras.
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