quinta-feira, 20 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Iniciativa conecta mulheres que trabalham com exatas Vestígios de quase 4 milhões de moedas revelam como Roma construiu sua integração econômica Estudo aponta perda de 15% da força muscular como sinal de alerta para declínio da mobilidade na velhice A ciência ao redor dos ossos Programa Beatriz Nascimento de Mulheres na Ciência Casa da Ciência de Ribeirão Preto divulga atividades para o segundo semestre Ciência no Cinema: Acompanhante Perfeita Coreia do Norte lança mísseis balísticos ao Mar do Leste; irmã de Kim Jong Un ironiza ‘desespero’ de Seul Estádio do Maracanã será palco de abertura da Copa do Mundo Feminina Justiça da China condena ex-homem mais rico da Ásia à prisão perpétua Iniciativa conecta mulheres que trabalham com exatas Vestígios de quase 4 milhões de moedas revelam como Roma construiu sua integração econômica Estudo aponta perda de 15% da força muscular como sinal de alerta para declínio da mobilidade na velhice A ciência ao redor dos ossos Programa Beatriz Nascimento de Mulheres na Ciência Casa da Ciência de Ribeirão Preto divulga atividades para o segundo semestre Ciência no Cinema: Acompanhante Perfeita Coreia do Norte lança mísseis balísticos ao Mar do Leste; irmã de Kim Jong Un ironiza ‘desespero’ de Seul Estádio do Maracanã será palco de abertura da Copa do Mundo Feminina Justiça da China condena ex-homem mais rico da Ásia à prisão perpétua
Política

PGR diz que PF não encontrou negócio de Lulinha com o poder público

Revista Fórum ·
PGR diz que PF não encontrou negócio de Lulinha com o poder público

Procuradoria também afasta ligação direta com o esquema de descontos indevidos do INSS

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a Polícia Federal não encontrou indícios de que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tenha efetivamente fechado negócios com o poder público.

A manifestação é assinada pelo vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho, e foi obtida pelo G1/TV Globo.

A investigação apura uma suposta atuação de Lulinha e da empresária Roberta Luchsinger em favor de interesses de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

Segundo a PGR, apesar de terem sido identificados pagamentos de Camilo Antunes a Roberta Luchsinger, a investigação não aponta a concretização de negócios com o poder público.

“Embora tenham sido identificados pagamentos feitos por Camilo Antunes a Roberta Luchsinger, a representação [da PF] não menciona a conclusão de nenhum negócio entre o empresário e o Poder Público, que pudesse sugerir o efetivo atendimento às pretensões que o grupo se propôs a agenciar”, afirma a PGR.

A Procuradoria também afastou uma conexão direta entre os fatos envolvendo Lulinha e o esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões investigado pela Operação Sem Desconto.

Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, é apontado como um dos principais personagens das investigações sobre os desvios.

Para a PGR, entretanto, os fatos relacionados à suposta atuação de Lulinha não são correlatos aos crimes investigados nesse esquema.

“Não há, entre si, nenhuma conexão lógica de causa e efeito, tampouco instrumental. A única relação que possuem provém da origem do achado, mas se tratando aqui de mera casualidade, esse é um aspecto absolutamente irrelevante para que se pretenda reunir as investigações. O que se reclama, no caso, portanto, é a apuração autônoma, definida segundo as regras de competência aplicáveis a quaisquer novas ocorrências vindas ao conhecimento dos órgãos de persecução.”

Na avaliação da PGR, portanto, o fato de as informações terem surgido durante uma investigação relacionada ao “Careca do INSS” não é suficiente para manter os casos vinculados.

A Procuradoria defende que eventuais fatos envolvendo Lulinha sejam investigados separadamente.

Uma das linhas da investigação da Polícia Federal apura uma suposta atuação de Lulinha para favorecer interesses relacionados à venda de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde entre o final de 2024 e o início de 2025.

Segundo a investigação, uma minuta de contrato localizada pela PF previa o fornecimento de 1,2 milhão de frascos de canabidiol por meio de dispensa de licitação.

Ler a notícia completa no Revista Fórum ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.

Este assunto em outros veículos

Mais de Revista Fórum

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›