Tom May, do The Menzingers, fala sobre memória, amadurecimento e punk rock
Foto: Mike Paulshock Poucas bandas transformaram tão bem o ato de envelhecer em punk rock quanto o The Menzingers .
Há duas décadas, o quarteto de Scranton, na Pensilvânia, escreve sobre relacionamentos, lugares, memórias e aquela sensação inevitável de perceber que o tempo passou, e que você mudou junto com ele.
Essa relação com o tempo está no centro de Everything I Ever Saw , oitavo álbum de estúdio da banda.
Lançado em julho e produzido por Will Yip (Turnstile, Panic! At The Disco, Lauryn Hill, La Dispute) , o disco nasceu em meio a mudanças importantes na vida de seus integrantes e transforma casamento, divórcio, perdas e crescimento em histórias que partem do pessoal, mas encontram algo de universal pelo caminho.
A fotógrafa do TMDQA! Aline Krupkoski , que já acompanhou e fotografou a banda em diferentes shows ao longo dos anos, conversou com o guitarrista e vocalista Tom May sobre o novo disco, o processo de composição e os quase 20 anos de trajetória do The Menzingers .
Vem conferir! Foto: Divulgação TMDQA! Entrevista: Tom May fala sobre o novo álbum do The Menzingers, Everything I Ever Saw Everything I Ever Saw fala muito sobre mudanças, envelhecer e a passagem do tempo.
Quando vocês perceberam que esses temas tinham se tornado o coração do disco? Tom May: É sempre um processo gradual.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tenhomaisdiscosqueamigos.com — o conteúdo pertence a Tenho Mais Discos Que Amigos.