sábado, 29 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Unico x Serasa: perícia enfraquece caso do ?maior roubo de dado do Brasil? Armário com cheiro de mofo? Veja como eliminar o odor e evitar que volte Energia solar em casa: quanto custa e qual é o impacto na sua conta de luz Terra entra em alerta para tempestade solar nos próximos dias Grupo de ransomware diz ter roubado dados de Berlim e põe em leilão Meta promete frear vício em redes nos EUA. E no Brasil? Cebola na grelha quente funciona? O truque que ajuda a soltar gordura Empresa francesa de computação quântica dispara em estreia na Nasdaq Avanços robóticos sem precedentes da China mostram limites da velocidade humana Tencent lança novo modelo de IA de código aberto para tarefas de programação e pesquisa Unico x Serasa: perícia enfraquece caso do ?maior roubo de dado do Brasil? Armário com cheiro de mofo? Veja como eliminar o odor e evitar que volte Energia solar em casa: quanto custa e qual é o impacto na sua conta de luz Terra entra em alerta para tempestade solar nos próximos dias Grupo de ransomware diz ter roubado dados de Berlim e põe em leilão Meta promete frear vício em redes nos EUA. E no Brasil? Cebola na grelha quente funciona? O truque que ajuda a soltar gordura Empresa francesa de computação quântica dispara em estreia na Nasdaq Avanços robóticos sem precedentes da China mostram limites da velocidade humana Tencent lança novo modelo de IA de código aberto para tarefas de programação e pesquisa
Últimas

Sabatina de Flávio Bolsonaro na Globo foi 100% feita de cinismo

UOL Notícias ·
Sabatina de Flávio Bolsonaro na Globo foi 100% feita de cinismo

Na segunda-feira, Flávio Bolsonaro foi grosseiro com a repórter Ana Luiza Albuquerque, da Folha. Cobrado sobre a prestação de contas dos R$ 61 milhões que mordeu de Daniel Vorcaro, impacientou-se: "Olha só, vocês vão parar no tempo?". Na sexta-feira, indagado sobre o mesmo tema por Renata Vasconcellos, respondeu com respeito e compostura. Ou seja: estava completamente fora de si.

Na véspera, Lula quis ensinar à apresentadora do Jornal Nacional como formular uma pergunta sobre crise fiscal. Caprichando na teatralidade, o filho do capitão solidarizou-se com Renata. E colocou-se à disposição para responder "qualquer tipo de pergunta". Sobreveio uma sabatina sui generis , dura de roer. A plateia teve que ouvir Flávio Bolsonaro por 40 minutos para concluir que ele não tem nada a dizer.

Vorcaro é apenas o "patrocinador privado" de uma "obra-prima": a cinebiografia de Bolsonaro. Nada a ver com o sujeito que passou a perna no banco público de Brasília. Ou que surrupiou fundos de aposentadoria de estados e municípios. E Flávio agora acha que não deve nada a ninguém. Muito menos explicações.

Questionado sobre as mentiras que andou dizendo sobre as urnas, Flávio deu o braço a torcer. Admitiu ter errado ao trombetear a falsidade segundo a qual urnas eletrônicas foram fabricadas por uma empresa venezuelana. Prometeu respeitar o resultado da eleição. Mas insinuou que seu respeito pode subir no telhado se Lula vencer: "Eu não vou perder. E digo mais: vou ganhar no primeiro turno".

Sobre o complô do golpe, Flávio percorreu na sabatina o roteiro de sempre. Nesse script , Bolsonaro não fumou a democracia, não bebeu o Estado Democrático de Direito e não cheirou uma anistia em causa própria. Só mentiu um pouco. O filho ecoa a ficção: golpe, que golpe? "Ele foi julgado pelos seus inimigos". E adiciona inverdades novas ao estoque antigo: o brigadeiro Carlos Baptista, que negou apoio ao golpe, hoje "pede voto para o Lula".

A entrevista mostrou que há dois Bolsonarinhos na praça. O Flávio manjado condecorou na cadeia o miliciano Adriano da Nóbrega. Empregou a mãe e a mulher do PM matador na folha da rachadinha da Alerj. O sabatinado da Globo diz ter rendido homenagens a um "policial injustiçado". Não poderia supor que houvesse um facínora escondido dentro da alma do agraciado.

Flávio foi confrontado com um artigo de 2019. Nele, sustentou que o aquecimento global "não existe". Tentou calibrar sua aversão à ciência: "Pra mim, o que acontece hoje são exemplos climáticos extremos". Se os resíduos mentais do bolsonarismo fossem concretos, não haveria esgoto que bastasse. A sabatina de Flávio Bolsonaro foi 100% feita de cinismo.

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›