Eleitores veem medo e fraqueza em candidatos que fogem de debate
Lula e Flávio Bolsonaro têm vazado a pretensão de evitar debates no primeiro turno.
É legítimo, mas também sugere um flerte com a arrogância.
Eles concentram 70% das intenções de votos declaradas por eleitores que já sabem em quem devem votar.
Essa fatia do eleitorado controla cerca de 75 milhões de votos.
A maioria é dona de outros 80 milhões de votos e ainda não escolheu em quem vai votar, indicam pesquisas como a da Quaest/Genial feita no final de julho. <span class="hidden">–</span> ./VEJA Debate é importante para seis em cada dez eleitores, mostra outra pesquisa feita na semana passada (5 a 9/8) pela MDA/CNT.
É relevante porque (para 39,5%) permite conhecer não somente os candidatos como, principalmente, as suas propostas.
Continua após a publicidade É “boa oportunidade”, diz outro grupo (21,7%) de eleitores, “de ver as reações dos candidatos quando confrontados”.
Parcela expressiva (31,9%) acha que os debates eleitorais “são ruins” porque, frequentemente, acabam em embates pessoais.
Alguns (11,7%) culpam o “formato desgastado” desses encontros pelo que consideram bloqueio da discussão de temas com alguma profundidade.
Minoria (25,1%) admite que deixa de votar num candidato já escolhido se ele refugar e não comparecer ao confronto eleitoral.
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