Veja o que se sabe sobre a demolição de chácaras às margens de lago no TO
Processo de desocupação de áreas de chácaras começou nesta terça-feira (18), em Palmas A Justiça Federal determinou a desocupação forçada e a demolição de cerca de 50 chácaras localizadas às margens do reservatório da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado), em Palmas.
A medida atende a uma ação de reintegração de posse movida pela Investco, concessionária responsável pela operação da usina.
A decisão foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
A operação de reintegração teve início no dia 18 de agosto de 2026, com o uso de maquinário pesado e o apoio das polícias Militar e Federal.
O caso atinge famílias que mantinham construções no local e alegam ter adquirido as terras de boa-fé, enquanto a concessionária argumenta ter o dever legal de proteger o patrimônio público da União. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Confira o que se sabe sobre a ação que desocupou as chácaras às margens do Lago de Palmas: O que determinou a Justiça Federal sobre as chácaras no lago de Lajeado? A decisão judicial, assinada pela juíza federal Caroline Baccedo e mantida pelo TRF-1, determinou a reintegração de posse da área em favor da Investco.
Além de desocupar os terrenos, a ordem fixou a demolição total de todas as construções e benfeitorias existentes no local.
Os posseiros haviam sido notificados em março de 2026 para deixar os imóveis voluntariamente.
Como o prazo não foi cumprido, a Justiça autorizou o corte do fornecimento de energia elétrica no dia 13 de agosto e a desocupação forçada a partir do dia 18 de agosto.
Construções foram derrubadas com o uso de maquinário Reprodução/Tv Anhanguera Onde as propriedades desocupadas estão localizadas? As cerca de 50 chácaras afetadas ficavam situadas às margens do reservatório da Usina de Lajeado, na altura dos quilômetros 36 e 37 da rodovia TO-010, na zona rural de Palmas.
A Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães fica no Rio Tocantins, entre os municípios de Miracema do Tocantins e Lajeado, a cerca de 60 quilômetros da capital tocantinense.
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A concessionária argumenta que a faixa de terra integra a concessão federal da usina e constitui patrimônio da União destinado à preservação ambiental.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.